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Equipe de Hayden Panettiere contesta relato sobre fentanil antes da morte
Foto: Reprodução/Instagram
Brasil

Equipe de Hayden Panettiere contesta relato sobre fentanil antes da morte

Representante afirma que a causa da morte da atriz continua sob investigação e pede paciência até a conclusão dos exames toxicológicos.

A equipe de Hayden Panettiere negou que a atriz tenha ingerido um comprimido com fentanil antes de morrer. A causa da morte continua sob investigação, um mês após a artista, conhecida por trabalhos em Heroes e As Apimentadas, ser encontrada sem vida aos 36 anos, em 16 de agosto.

Em nota, o representante afirmou que os resultados toxicológicos ainda não foram concluídos pelo Gabinete do Médico Legista do Condado de Greenville. Ele também classificou como não verificadas as informações divulgadas por fontes não identificadas. “Relatórios recentes atribuídos a fontes não identificadas são boatos não verificados e contribuíram para informações conflitantes que continuam a circular”, declarou.

O fentanil é descrito no texto como uma substância cerca de 50 vezes mais forte que a heroína e 100 vezes mais forte que a morfina. A equipe da atriz, porém, contestou especificamente o relato de que ela teria tomado a substância horas antes da morte.

Investigação continua

Hayden foi encontrada em casa após sofrer uma parada cardíaca. Os socorristas tentaram reanimá-la, mas não conseguiram. Menos de 30 minutos depois, ela foi declarada morta.

Um relatório inicial de autópsia, assinado pelo legista do condado de Greenville, Mike Ellis, apontou que “não foram encontrados sinais de trauma que pudessem ter contribuído para a morte”. O documento não encerra a investigação sobre a causa do falecimento.

As especulações aumentaram depois da detenção do ex-namorado da atriz, Brian Hickerson, e do irmão dele, Zack Hickerson. Os dois estavam com Hayden quando ela morreu, mas a prisão não teve relação com o falecimento. Eles foram detidos por causa de uma briga de bar em Greenville, na Carolina do Sul, em 12 de setembro.

O representante pediu que as autoridades tenham tempo para concluir o trabalho. “Devemos ter paciência e permitir que o processo investigativo se desenrole”, afirmou. De acordo com a equipe, as respostas sobre as circunstâncias da morte virão após o fim da apuração.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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