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Fernando Fernandes relembra acidente de 2009 e adaptação à nova vida
Foto: Reprodução/Instagram
Brasil

Fernando Fernandes relembra acidente de 2009 e adaptação à nova vida

Atleta paralímpico e apresentador contou como descobriu a lesão medular e buscou novas formas de movimento após o acidente.

Fernando Fernandes relembrou o acidente de carro que sofreu em 4 de julho de 2009, em São Paulo, e contou como lidou com a descoberta de que não conseguia movimentar as pernas. A colisão provocou uma lesão medular na coluna e o deixou paraplégico.

Em entrevista ao podcast Isso Não É Um Talk Show, o atleta paralímpico e apresentador descreveu o momento em que despertou no hospital. Ainda sem compreender completamente o que havia acontecido, ele tentou movimentar as pernas por três vezes, mas não obteve resposta. “Ferrou, estou no hospital, sem mexer minhas pernas”, lembrou.

Recomeço após a lesão

Fernando afirmou que passou por uma cirurgia acreditando que recuperaria rapidamente o movimento das pernas. Quando percebeu que a recuperação seria lenta, precisou mudar a forma como encarava a própria rotina e buscar outras possibilidades para o corpo.

Antes do acidente, ele vivia um período de conflitos pessoais. Segundo o atleta, a fama e os trabalhos na moda tinham ganhado espaço, embora seu desejo fosse construir a vida profissional no esporte. Ele disse que carregava um peso relacionado à trajetória que vinha levando.

Durante a internação, Fernando relatou ter sentido uma paz inesperada. O período no hospital durou cerca de um mês e, para ele, serviu como um momento de reconexão e reconstrução interna. A partir dali, começou a pensar em como encontrar novas formas de movimento e retomar a vida.

Ele também contou que pediu à mãe para evitar, no quarto, a presença de pessoas que chegassem chorando ou demonstrando pena. Fernando queria que o ambiente fosse guiado pela força e afirmou que assumiria o controle do próprio processo de recuperação.

A experiência fez com que ele buscasse caminhos diferentes para se adaptar à nova realidade. O atleta disse que precisou se reprogramar completamente depois de entender que o retorno dos movimentos não aconteceria de forma rápida.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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