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Vacinação e sinais de alerta ajudam a prevenir a raiva em pets
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Vacinação e sinais de alerta ajudam a prevenir a raiva em pets

Doença pode atingir cães, gatos e seres humanos; imunização e atenção a alterações no comportamento são medidas de prevenção.

A raiva é uma doença letal e de evolução rápida, que pode atingir cães, gatos e seres humanos. Dados do Ministério da Saúde indicam que, entre 2015 e 2026, foram notificados 270 casos em cães e gatos no Brasil.

Transmitido principalmente pela saliva de animais infectados, o vírus pode entrar no organismo por mordidas, arranhões profundos e lambeduras em feridas abertas ou mucosas. Depois, percorre o sistema nervoso até chegar ao cérebro, onde provoca uma inflamação aguda e progressiva.

Sinais que exigem atenção

De acordo com Pedro Risolia, médico-veterinário da Petlove, alterações no comportamento podem indicar que há algo errado. Febre, falta de apetite, irritabilidade e isolamento incomum estão entre os sinais iniciais que não devem ser ignorados.

Com a evolução do quadro, o animal pode apresentar agressividade intensa, desorientação e salivação excessiva, relacionada à paralisia dos músculos usados na deglutição. A doença não tem tratamento eficaz depois do início dos sinais clínicos e o diagnóstico definitivo só pode ser confirmado após o óbito, por meio de exames no tecido cerebral.

“A raiva é transmitida principalmente pela saliva de um animal infectado”, explica Pedro Risolia. Diante de alterações neurológicas ou de contato suspeito com animais como morcegos, a orientação é buscar atendimento veterinário imediatamente.

Vacinação reduz o risco

A imunização é apontada como uma das principais formas de proteção. Dados do PetCenso Saúde, levantamento da Petlove com mais de 1 milhão de pets cadastrados no ecossistema da empresa, mostram que a vacina contra a raiva é o segundo imunizante mais recorrente entre cães e gatos, atrás apenas da vacina múltipla.

A aplicação da vacina antirrábica deve começar a partir dos 4 meses de idade, com reforço anual. A vacinação em massa de cães e gatos é considerada pelo veterinário a estratégia mais eficaz para controlar o vírus na população.

Também é recomendado evitar o contato dos pets com animais silvestres ou desconhecidos, manter cães na guia durante os passeios e impedir o acesso livre às ruas. Mesmo animais que vivem 100% em apartamento precisam de proteção, já que morcegos urbanos infectados podem entrar em contato com eles.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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