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Mensagens suspeitas antecedem desaparecimento de professor em Várzea Grande
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Mensagens suspeitas antecedem desaparecimento de professor em Várzea Grande

Breno Antonio Humberto de Morais foi visto pela última vez ao embarcar em uma moto sem placa; a Polícia Civil não divulgou novas informações.

A família de Breno Antonio Humberto de Morais, professor de 25 anos, tenta localizar o jovem desaparecido desde sábado (25). O irmão gêmeo, Bruno, afirma ter recebido mensagens do celular dele após o sumiço e suspeita que uma das fotos enviadas tenha sido criada ou alterada por inteligência artificial.

No dia em que desapareceu, Breno avisou aos familiares que sairia e voltaria em pouco tempo. Uma câmera de segurança próxima à residência registrou o professor de camiseta preta e short claro, parado perto de um muro. Depois, ele aparece entrando em uma moto sem placa. Desde então, não foi mais visto.

Contato interrompido

Bruno contou que continuou recebendo mensagens do aparelho, mas percebeu diferenças na maneira de escrever. Para confirmar que o irmão estava bem, pediu uma foto com um gesto de “joia”. A imagem recebida, segundo ele, não mostrava as tatuagens no braço de Breno.

“Essa pessoa começou a se passar pelo Breno”, afirmou Bruno. Ele também relatou que mostrou a foto à irmã e descobriu que a camisa usada na imagem não era a do professor. Depois de questionar quem estava usando o celular, deixou de receber respostas.

O irmão tentou acessar contas de Breno para encontrar informações sobre a localização. Ele disse que conseguiu entrar no Instagram e no banco pelo e-mail, mas não identificou movimentações. Também relatou que o acesso ao WhatsApp foi interrompido.

De acordo com Bruno, as mensagens continuaram até aproximadamente 23h30. Mais tarde, o rastreador do aparelho foi desligado. Em uma publicação no Instagram, ele afirmou que mensagens anteriores ao horário das 00:20 de sábado foram apagadas e que o WhatsApp usado nas conversas com um rapaz foi cancelado.

Bruno pede ajuda nas redes sociais e diz que Breno não costuma sair sem avisar nem ficar sem contato com a família. “Eu já chorei muito”, declarou, ao falar sobre a proximidade entre os irmãos e a dificuldade de lidar com o desaparecimento.

Até o momento, a Polícia Civil não divulgou novas informações sobre a localização do professor.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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