Zelda Williams voltou a pedir que fãs parem de compartilhar vídeos produzidos por inteligência artificial com a imagem e a voz de Robin Williams. Em 2025, ela já havia solicitado que deixassem de enviar esse tipo de conteúdo envolvendo o pai, morto em 2014, aos 63 anos.
A cineasta também reagiu, na segunda-feira (21), a um vídeo que apresentava falsamente o ator e comediante discutindo teorias da conspiração. Para Zelda, o material não reproduzia bem a voz de Robin e tentava fazer o público acreditar em uma declaração que ele nunca deu.
“Só porque ele se foi não significa que agora ele é seu fantoche. Tenha um pouco de vergonha”, escreveu Zelda. Ela afirmou ainda que a morte do pai não autoriza desconhecidos a colocar palavras em sua boca.
Críticas ao uso da inteligência artificial
A filha de Robin Williams direcionou parte da crítica à pessoa responsável por criar o conteúdo. Ela questionou o uso de um morto para tornar um argumento mais convincente e perguntou quem estaria manipulando o público por meio da mídia.
Robin Williams foi encontrado morto em sua residência na Califórnia (EUA). O ator tinha 63 anos.
Zelda já havia falado sobre o assunto em outubro de 2023. Na ocasião, classificou como “perturbador” ouvir ferramentas de inteligência artificial reproduzindo a voz do pai, principalmente porque ele não podia mais consentir com o uso da própria imagem ou atuação. Ela também apontou implicações desse tipo de tecnologia para artistas que ainda estão trabalhando.
Em 2025, ao pedir que os fãs interrompessem o envio de vídeos gerados por IA, Zelda disse que restringiria esse tipo de conteúdo e seguiria em frente. Também pediu que as pessoas parassem de fazer aquilo com Robin, com ela e com todo mundo.








