O príncipe George poderá manter contato com os pais durante os estudos na Eton College, mas não terá acesso a um smartphone dentro da instituição. A escola permite que alunos do primeiro ano usem aparelhos básicos, sem internet, capazes de fazer ligações e enviar mensagens por SMS.
George, de 13 anos, começou a estudar no tradicional internato britânico em setembro. A mudança ocorreu no dia 8 de setembro, quando ele deixou a Lambrook School, onde estudava com os irmãos mais novos, a princesa Charlotte, de 11 anos, e o príncipe Louis, de 8.
A norma vale para os estudantes que estão no primeiro ano e faz parte das regras da Eton College, que funciona em regime de internato. Os celulares simples são conhecidos popularmente como celulares tijolões e permitem que os alunos continuem conversando com a família sem usar aparelhos conectados à internet.
A política da escola provavelmente é aprovada pelo príncipe William e por Kate Middleton. O casal já falou publicamente sobre preocupações relacionadas ao uso frequente de dispositivos eletrônicos por jovens e possíveis consequências para a saúde mental.
Ligação com a família real
A Eton College fica próxima à residência da família em Windsor. Com isso, George permanece relativamente perto dos pais e dos irmãos durante o período de estudos.
A instituição também faz parte da história escolar do príncipe William. Ele começou a estudar na Eton em 1995, aos 13 anos. George demonstrou interesse em seguir os passos do pai e agora frequenta o mesmo local.
Fundada em 1440, a escola é conhecida pela tradição e por ter formado gerações de figuras importantes do Reino Unido.







