Tainá Militão afirmou que o apoio de Eder Militão foi decisivo durante uma crise de ansiedade vivida no fim da gestação. Grávida de 37 semanas, a influenciadora contou pelo Instagram, nesta sexta-feira (18), que tentou se afastar e ficar em silêncio, mas começou a melhorar quando recebeu acolhimento do marido.
Eder permaneceu ao lado de Tainá sem pressioná-la a explicar o que estava sentindo. Ele também conversou com ela e tentou distraí-la enquanto os sintomas diminuíam. “Ele simplesmente só me acolheu”, relatou a influenciadora.
Sintomas e histórico
Tainá descreveu a crise como um momento de choro, tremores, falta de ar, medo e desespero. Ela disse que convive com ansiedade há anos e já enfrentou depressão e síndrome do pânico. A influenciadora também mantém acompanhamento terapêutico e atribuiu à terapia, à fé e à religião um papel importante em sua trajetória.
A intensidade do episódio recente, no entanto, chamou a atenção dela. Tainá afirmou que fazia bastante tempo que não passava por algo tão forte. Sem apontar uma causa específica, levantou a possibilidade de os hormônios da gestação, o cansaço ou o acúmulo de situações terem influenciado.
Segundo a influenciadora, a respiração voltou aos poucos, os tremores pararam e ela começou a se sentir mais segura. A experiência também a levou a refletir sobre a vontade de se fechar quando não está bem, apesar de o contato com pessoas próximas poder ajudar.
Ao dividir o relato, Tainá incentivou quem enfrenta uma situação parecida a conversar com alguém de confiança e procurar acompanhamento profissional quando necessário. “A gente não precisa passar por tudo isso sozinho”, afirmou.







