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Josh Dun afirma que Twenty One Pilots não usa IA na música
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Josh Dun afirma que Twenty One Pilots não usa IA na música

Baterista diz que a tecnologia o assusta e defende o valor das decisões humanas e das imperfeições nas gravações.

Josh Dun, baterista do Twenty One Pilots, afirmou que a dupla não utiliza inteligência artificial na produção musical. Em entrevista à Perligo, o músico disse ser contrário ao uso da tecnologia e explicou que as canções do grupo são pessoais demais para serem replicadas ou geradas por ferramentas automatizadas.

“Nós não estamos usando IA. Isso me assusta”, declarou Dun. Ele classificou o avanço de supercomputadores e do aprendizado de máquina como um campo perigoso e questionou os interesses das grandes empresas de tecnologia que controlam a infraestrutura e a retenção dos dados gerados por sistemas de inteligência artificial.

A música do Twenty One Pilots

Formado por Dun e pelo vocalista Tyler Joseph, o Twenty One Pilots combina rock, pop e hip hop. O duo alcançou o público mainstream com o quarto disco de estúdio, Blurryface, lançado em 2015. O trabalho mais recente, Breach, de 2025, mistura pop-rock, indie, punk e rap, com elementos sombrios, guitarras e baixos intensos.

Dun contou que trabalha com um equipamento relativamente mínimo, mas suficiente para suas necessidades. Segundo o baterista, ele gravou as baterias dos últimos dois discos nesse conjunto de ferramentas. Para o músico, as produções favoritas do público são marcadas por pequenas decisões humanas e pela imperfeição das performances ao vivo.

Ele citou como exemplo músicas que receberam três baterias diferentes, gravadas em duas salas. Também destacou a atuação de Joseph no teclado e no microfone e sua própria busca por batidas mais sujas e difíceis.

Dun afirmou ainda que não vê propósito em incluir IA na composição do Twenty One Pilots. Para ele, a conexão humana da música com o público não pode ser reproduzida pela tecnologia.

Mudanças na indústria

A plataforma Suno, processada por grandes gravadoras por violação de direitos autorais em 2024, lançou modelos treinados com gravações licenciadas da Warner Music Group. A gravadora foi a primeira das grandes empresas do setor a chegar a um acordo com a plataforma.

Dun reconheceu que existem ferramentas de IA que podem ser usadas em determinadas funções, mas garantiu que a dupla não utiliza nem pretende utilizar nenhuma delas na própria música.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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