A faixa-título de Eita reúne Maria Bethânia, Djavan, Alcione, Ivete Sangalo e Luiz Inácio Lula da Silva. O álbum de Lenine foi indicado ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira/Música Afro-Portuguesa Brasileira, em sua 12ª indicação ao prêmio.
O cantor pernambucano comemorou o reconhecimento e destacou a importância da Academia em sua trajetória. “Estou muito, muito feliz. É a 12ª vez que sou indicado”, afirmou. Lenine também lembrou que venceu o Grammy Latino por sete vezes.
Lançado em novembro de 2025, Eita é o nono disco de estúdio do artista e chegou ao público depois de quase uma década de hiato. O período foi marcado pela pandemia, pelo nascimento prematuro do neto Otto e por um bloqueio criativo. Bruno Giorgi, filho de Lenine, foi quem o levou de volta ao estúdio.
Um recomeço na carreira
Para o cantor, o disco representa uma retomada. Ele atribuiu parte desse resultado ao trabalho de produção de Bruno Giorgi, às participações do álbum e aos coletivos sonoros reunidos para as canções. “Eita tem um sabor de recomeço pra mim”, declarou.
O álbum tem 11 faixas inéditas. Na música que dá nome ao trabalho, os convidados aparecem sob a condição de serem nordestinos que, nas palavras de Lenine, “subiram o sarrafo da história”.
Eita é dedicado a Dominguinhos, Hermeto Pascoal, Letieres Leite e Naná Vasconcelos, descritos pelo cantor como pilares da música contemporânea brasileira. O lançamento também foi acompanhado por um filme de 30 minutos no YouTube, em formato de média-metragem, com direção geral de Lenine, Kabé Pinheiro e Laís Branco.
Na mesma categoria, Lenine concorre com Criolo, Amaro e Dino, Vende-se Lembrança, de Pedro Emílio, Améfrica, de Bia Ferreira, e Afim, de Zé Ibarra.







