O Linkin Park coloca a relação com os fãs brasileiros no centro de Unshatter, filme-documentário que acompanha os bastidores do retorno da banda e inclui imagens de apresentações no Brasil. O longa foi lançado oficialmente em 30 de setembro.
A produção começa destacando a importância do público brasileiro, especialmente nas apresentações em São Paulo. Um dos momentos mostrados é a trajetória de um fã de Israel que atravessou o mundo para acompanhar um show do grupo em território paulista.
Joe Hahn, DJ do Linkin Park e diretor do documentário, explicou que a escolha do Brasil para registrar uma apresentação da nova fase da banda foi natural. “Nosso público é cheio de energia e muito apaixonado pela banda, mas o Brasil exagera”, afirmou o músico.
Ele também descreveu a reação dos fãs durante os shows: “O público é carinhoso demais, muito entusiasmado. A gente acreditava nessa ligação forte, e o show virou mesmo uma celebração.”
As apresentações no filme
As gravações dos shows em São Paulo aparecem em momentos pontuais, geralmente no encerramento dos capítulos da narrativa. Na parte final, Unshatter ganha mais espaço para a música, com canções apresentadas no Brasil e imagens de uma transmissão ao vivo realizada nos Estados Unidos em setembro de 2024, que confirmou o retorno do grupo.
Ao todo, 11 músicas são incluídas no filme, em sua maioria de forma parcial. As quatro últimas aparecem inteiras. O repertório reúne faixas antigas, como “Somewhere I Belong” e “In the End”, além de cinco músicas do álbum From Zero.
O documentário também mostra trechos de “Unshatter” durante passagens em estúdio. Em uma delas, Mark Hoppus, do Blink-182, aparece reagindo à música. A produção combina esse material com registros do público e das apresentações para retratar a conexão entre o Linkin Park e os fãs brasileiros.







