Tudo o que está em cena
Rock em 2026 reúne novas cenas, grandes shows e veteranos ainda em alta
Foto: Amy E. Price/WireImage
Música

Rock em 2026 reúne novas cenas, grandes shows e veteranos ainda em alta

Bandas em ascensão, cenas locais e nomes como Beyoncé, Metallica e Olivia Rodrigo aparecem entre os destaques do rock atual.

O rock chega a 2026 reunindo bandas em ascensão, cenas locais, novos caminhos para artistas consagrados e uma conexão renovada com o público. A seleção passa por shows lotados, clubes independentes, festivais, redes sociais e estilos que voltaram a ganhar força, como o shoegaze e a moda gótica.

Entre os nomes que chamam atenção está o Die Spitz, quarteto de Austin formado por Ava Schrobilgen, Eleanor Livingston, Kate Halter e Chloe De St. Aubin. A banda conquistou uma base de fãs com apresentações marcadas por troca de instrumentos, vocais e interação com a plateia. Depois de uma apresentação no SXSW, o grupo assinou com a Third Man Records, de Jack White, que lançou o álbum de estreia, Something to Consume, em 2026. A turnê tem datas previstas até maio de 2027, incluindo shows de abertura para Turnstile e Olivia Rodrigo.

Olivia Rodrigo também aparece como um dos principais nomes ligados ao rock de arena. A cantora cita a força emocional da música rock feita por mulheres e mantém uma relação com o punk e o rock dos anos 1990. Em junho, durante uma participação surpresa no Festival Primavera, em Barcelona, ela levou Robert Smith ao palco para apresentar o dueto inédito “What’s Wrong With Me”.

O rock clássico encontrou um novo espaço no TikTok, onde jovens tocam músicas como “Hotel California”, “Sultans of Swing”, “Beat It” e “Snow (Hey Oh)”. Ao mesmo tempo, o shoegaze ganhou impulso com a influência de My Bloody Valentine, Slowdive e Ride, enquanto novas bandas exploram versões do gênero associadas à Geração Z.

A expectativa em torno do possível Ato III de Beyoncé também alimenta o interesse pelo rock. Depois de explorar a música house em Renaissance e o country em Cowboy Carter, a cantora pode levar sua pesquisa musical para outro território. Entre seus trabalhos anteriores ligados ao rock estão “Don’t Hurt Yourself”, com Jack White, e “Ring the Alarm”.

O Metallica segue atraindo grandes públicos e anunciou a residência Life Burns Faster, no The Sphere, em Las Vegas. A série passou de oito para 24 shows. Em outra frente, clubes pequenos continuam formando comunidades e abrindo espaço para artistas locais, enquanto o Internet Archive prepara a disponibilização de gravações históricas feitas em casas de shows de Chicago.

A cena também se renova com nomes como Tapaboka, de Porto Rico; Lifeguard, de Chicago; Mannequin Pussy, da Filadélfia; Wednesday, de Asheville; e Rainbow Kitten Surprise, da Carolina do Norte. Em comum, esses artistas mantêm o foco em apresentações ao vivo, experimentação e criação de vínculos com o público.

O panorama inclui ainda o crescimento da participação feminina no mercado de guitarras, o retorno de veteranos a gravadoras independentes, o apoio em saúde mental oferecido pela Backline e a permanência do vinil como ponto de encontro entre fãs. Para além das previsões sobre seu fim, o rock continua encontrando novos espaços, públicos e formas de existir.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.

Mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5