João Rebello foi o mais recente dos quatro artistas que iniciaram a carreira na infância e passaram pela Globo. Em outubro de 2024, aos 45 anos, o ator foi morto a tiros em Trancoso, na Bahia. Relatos sobre o caso apontaram que ele teria sido confundido com um criminoso.
Aos sete anos, João estreou em Cambalacho. Depois, participou de novelas como Bebê a Bordo, Vamp e Deus nos Acuda. Seu último trabalho na televisão foi Zazá, em 1997. Mais tarde, deixou a atuação, passou a trabalhar como DJ e vivia em Trancoso.
Outras mortes que interromperam carreiras iniciadas cedo
Rafael Miguel também teve contato com a televisão ainda criança. Antes de atuar, ficou conhecido por um comercial. Em 2006, com mais de dez anos, participou da minissérie JK, da Globo, e também esteve em Pé na Jaca. Anos depois, ganhou destaque em Chiquititas.
Em junho de 2019, Rafael foi assassinado aos 22 anos junto com os pais. Os três chegavam à casa da família da namorada do ator para conversar sobre o relacionamento quando foram mortos.
Caio Junqueira estreou aos oito anos e, pouco tempo depois, entrou para a Globo, participando de Armação Ilimitada. Já adulto, trabalhou na televisão e no cinema, com destaque para Tropa de Elite e outras produções.
Em janeiro de 2019, Caio sofreu um acidente grave de carro no Rio de Janeiro. Ele foi levado ao hospital e passou por cirurgias, mas morreu aos 42 anos sem se recuperar dos ferimentos.
Fernando Almeida começou nas novelas aos seis anos e integrou o elenco de Livre Para Voar, Sinhá Moça e O Outro. Em 1988, interpretou Gildo na primeira versão de Vale Tudo, personagem acolhido por Raquel, vivida por Regina Duarte.
O último trabalho de Fernando foi A Padroeira, em 2001. Três anos depois, aos 29 anos, ele foi assassinado a tiros depois de um episódio em um baile funk no Rio de Janeiro.







