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Globoplay estreia novelinha sobre mulher manipulada pelo marido
Foto: Beatriz Damy/Globo
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Globoplay estreia novelinha sobre mulher manipulada pelo marido

Produção acompanha Beatriz, que passa a questionar a própria sanidade enquanto enfrenta uma armação dentro de casa.

Beatriz (Fernanda Rodrigues) vê a própria percepção da realidade ser colocada em dúvida pelo marido em Eu Não Era Louca, Era Casada, nova novelinha do Globoplay. A produção estreia no dia 6/10 e foi criada e escrita por Ecila Pedroso, com direção artística de Adriano Melo e produção dos Estúdios Globo.

Na história, Beatriz é uma galerista bem-sucedida, com carreira consolidada e uma vida aparentemente estável. A rotina muda quando ela começa a lidar com lembranças confusas, situações difíceis de explicar e indícios de que existe algo errado ao seu redor. O sentimento de segurança dá lugar ao medo, à dúvida e ao isolamento.

A armação contra Beatriz

Vitor (Ricardo Pereira), marido da protagonista, usa a intimidade do casamento para enfraquecer a confiança que ela tem em si mesma. Movido pelos próprios interesses, ele tenta fazer com que Beatriz questione a própria sanidade para ficar com a fortuna dela.

“É o grande vilão da história”, afirma Ricardo Pereira ao definir o personagem, que tem objetivos claros e diferentes camadas ao longo da trama.

A estratégia ganha reforço com a chegada de Lúcia (Barbara Reis), amante de Vitor. Ela entra na casa como enfermeira e passa a ocupar uma posição importante na rotina da família. Com atitudes perigosas e dissimulação, Lúcia se torna parte central da armação contra Beatriz.

Horácio (Ilvio Amaral), pai da protagonista, funciona como um contraponto afetivo. Mesmo enfrentando uma doença que paralisa seus músculos, ele percebe sinais do que ocorre com a filha e tenta protegê-la. Gabriel (Daniel Rocha) aparece como alguém disposto a ouvir e cuidar, enquanto Vanessa (Rose de Moraes) e Regina (Danielle Winits) ampliam as suspeitas, os riscos e as possíveis alianças em torno de Beatriz.

Gaslighting e violência psicológica

A novelinha aborda o gaslighting e a violência psicológica, mostrando o impacto desse tipo de abuso sobre a vítima. Para Ecila Pedroso, a intenção é destacar um processo em que a pessoa é diminuída, isolada e perde a autoestima.

A produção terá 50 capítulos, com duração aproximada de 2 a 3 minutos cada. Os episódios foram pensados para o consumo pelo celular, com novas pistas, mudanças nas certezas e tensão em torno da protagonista.

A direção de Adriano Melo também trabalhou para equilibrar uma atmosfera sofisticada e densa. A produção recria ambientes como mansões, clínicas e espaços ligados ao mercado de arte, mantendo o foco na manipulação e no processo de alienação vivido por Beatriz.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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