Gwyneth Paltrow afirmou que ainda ama Brad Pitt e que os dois continuam amigos, apesar do fim do noivado e da dificuldade que enfrentou após a separação. A atriz falou sobre o relacionamento nesta terça-feira (8), durante uma conversa no podcast Friends Keep Secrets.
Paltrow explicou que decidiu não se casar com Pitt porque era muito jovem e os dois trabalhavam em diferentes partes do mundo. O relacionamento terminou em 1997, depois de eles ficarem noivos dois anos após se conhecerem durante as gravações de Seven, realizadas em 1994.
“Fiquei muito chateada quando terminamos”, contou a atriz. Segundo ela, a repercussão na imprensa aumentou o peso emocional da separação e criou uma dimensão cultural que tornou o fim ainda mais difícil de lidar.
Como o romance começou
Paltrow disse que conheceu Pitt no set de Seven, filme para o qual conseguiu um papel. Ela descreveu o início da relação como uma paixão imediata. Na época, o ator tinha 31 anos, enquanto ela tinha 22.
Antes de trabalhar com Pitt, a atriz já tinha interesse por ele. Ela recordou que o viu em Thelma & Louise no cinema e passou a considerá-lo o homem mais bonito.
Enquanto Pitt já era uma estrela consagrada, Paltrow começava a ganhar espaço profissionalmente. Ela afirmou que o relacionamento foi o primeiro de sua carreira a receber atenção pública e que passou a ser conhecida tanto pelos próprios filmes quanto por ser namorada do ator.
Apesar do término, Paltrow disse que mantém carinho pelo ex-noivo e destacou as qualidades dele. “Ele é um amigo”, afirmou.
Paltrow é casada com Brad Falchuk desde 2018. Ela tem dois filhos, Apple Martin e Moses Martin, com Chris Martin, vocalista do Coldplay. Os dois foram casados de 2003 a 2016.
Brad Pitt namora Ines de Ramon desde 2016 e teve seis filhos com Angelina Jolie. Cinco deles não adotam mais o sobrenome do ator.







