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Lula liga combate ao feminicídio a penas maiores e investimento em educação
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Lula liga combate ao feminicídio a penas maiores e investimento em educação

Em Santa Catarina, o presidente também defendeu recursos do petróleo para educação e tecnologia e pediu votos para mulheres do seu grupo político.

Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pretende aumentar as penas para crimes ligados à agressão contra mulheres. A declaração foi feita neste sábado (19), durante um ato de campanha no estado, em um discurso dirigido aos homens presentes.

O presidente disse que o enfrentamento ao feminicídio também deve envolver os homens e pediu que sindicalistas incluam o tema em falas durante campanhas salariais. “As leis vão ser cada vez mais duras, vamos aumentar a pena”, declarou.

Lula também defendeu que mulheres votem em candidatas que façam parte de seu grupo político. Para ele, a escolha não deve favorecer candidatas do grupo adversário.

Educação e tecnologia

Durante o ato, o candidato à reeleição voltou a defender investimentos em educação e tecnologia. Ele afirmou que boa parte dos recursos obtidos com a exploração de petróleo na Margem Equatorial deve ser destinada a essas áreas.

Lula disse que o objetivo é formar profissionais e desenvolver inteligência artificial em língua portuguesa. Na avaliação apresentada por ele, o país precisa escolher entre políticas voltadas à distribuição de armas e aquelas direcionadas à educação, além de priorizar a criação de empregos.

O presidente afirmou que, de seis universidades federais em Santa Catarina, cinco foram construídas durante seu mandato. Também citou o Pé-de-Meia, programa que, segundo ele, foi criado para ajudar estudantes.

Comparação entre escola e prisão

Lula comparou os gastos anuais com um aluno de engenharia espacial e os custos de manutenção de um preso. “Numa universidade de engenharia espacial, se gasta R$ 20 mil por ano por aluno. Sabe quanto custa um preso? R$ 35 mil por ano”, afirmou.

A partir dessa comparação, defendeu que o país invista na construção de escolas em vez de priorizar novas cadeias. Ele também disse que não pretende discutir a redução da maioridade penal, mas ampliar o período de permanência dos jovens na escola. Ao final, associou o cuidado com o futuro do país a investimentos em educação e saúde.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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