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Pelotas cria protocolo para definir aulas em situações de risco climático

Medida estabelece alertas e centraliza na Secretaria de Educação a decisão sobre manter ou suspender atividades presenciais.

A Prefeitura de Pelotas passou a adotar um protocolo para orientar as escolas municipais diante de situações de risco climático. A medida define procedimentos de segurança e concentra na Secretaria de Educação a decisão sobre a continuidade ou a suspensão das aulas presenciais.

O sistema é dividido em três níveis. No alerta amarelo, as atividades seguem normalmente, com acompanhamento contínuo das condições climáticas. No laranja, as aulas presenciais são mantidas com medidas extras de segurança, e as faltas de alunos e professores são abonadas. Já no vermelho, as atividades presenciais devem ser interrompidas por decisão da Secretaria de Educação, considerando informações de órgãos oficiais e da Defesa Civil.

A regra busca evitar decisões diferentes entre as unidades. Pelotas tem 94 escolas municipais e cerca de 26 mil alunos, o que demanda comunicação rápida durante emergências. A prefeitura também levou em conta os impactos psicológicos provocados por eventos extremos, como enchentes.

Recuperação das atividades

Para reduzir possíveis perdas educacionais, o município prevê alternativas inspiradas na experiência da pandemia. Entre as medidas estão atividades remotas, mudanças no calendário escolar e aumento da carga horária.

O protocolo está em fase experimental e poderá receber contribuições da comunidade escolar. Nos últimos oito meses, Pelotas decretou situação de emergência quatro vezes em razão de condições climáticas extremas.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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