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Supergirl conquista liderança na HBO Max após desempenho fraco nos cinemas
Cinema

Supergirl conquista liderança na HBO Max após desempenho fraco nos cinemas

Filme com Milly Alcock ficou em 1º lugar entre os longas da plataforma em 23 países e provocou nova avaliação do público.

A chegada de “Supergirl” à HBO Max mudou a conversa em torno do filme. Um dia depois da estreia no streaming, a produção estrelada por Milly Alcock alcançou o 1º lugar entre os filmes mais vistos da plataforma em 23 países e terminou na 2ª posição do ranking mundial, conforme o FlixPatrol.

O resultado apareceu no levantamento referente à sexta-feira (11/9), primeiro dia completo do longa no serviço. “Supergirl” liderou em mercados como Reino Unido, Austrália, Espanha, Portugal, Bélgica, Holanda, Polônia, Suíça, Dinamarca, República Tcheca, Indonésia, Filipinas, Singapura, Taiwan e Tailândia.

Nova recepção nas redes

A disponibilidade na HBO Max também levou espectadores a questionar a reputação negativa que acompanhou o filme durante a passagem pelos cinemas. Em comunidades dedicadas à DC no Reddit, publicações sobre o desempenho no streaming reuniram centenas ou milhares de interações.

Parte dos usuários contou que adiou o filme por causa dos comentários negativos e acabou encontrando uma produção diferente da expectativa. Uma das mensagens mais apoiadas resumiu a avaliação: “Tinha problemas, mas não merecia fracassar tanto”. Em outra discussão, internautas perguntaram se o longa era realmente tão ruim assim. As respostas mais populares deram notas entre 6 e 8 e destacaram principalmente a atuação de Alcock.

A HBO Max havia anunciado a estreia para 10 de setembro. Depois que o título ficou disponível para assinantes, comentários dizendo que o público não entendia o motivo de tanto ódio passaram a se repetir nas redes.

Diferença entre crítica e audiência

Os indicadores já mostravam que a reação não era uniforme. “Supergirl” tinha 53% de aprovação entre 373 críticas profissionais no Rotten Tomatoes, enquanto o público registrava 72% entre mais de 5 mil avaliações verificadas. No CinemaScore, o filme recebeu nota B-.

Entre os pontos mais criticados estavam o vilão Krem, o excesso de tons escuros, algumas cenas de ação e mudanças na adaptação de “Supergirl: A Mulher do Amanhã”, de Tom King e Bilquis Evely. Mesmo avaliações negativas mencionavam com frequência o trabalho de Milly Alcock como um dos destaques.

Bilheteria abaixo do orçamento

Lançado no fim de junho, o filme terminou sua trajetória mundial com US$ 126,4 milhões, diante de um orçamento de aproximadamente US$ 170 milhões, sem contar o marketing. A estreia nos Estados Unidos e no Canadá somou US$ 37 milhões, abaixo das projeções próximas de US$ 55 milhões. No 2º fim de semana, a queda foi de 77%.

A arrecadação doméstica terminou em US$ 72,3 milhões, enquanto outros mercados acrescentaram cerca de US$ 54 milhões. O desempenho comercial passou a ser usado como argumento para reforçar a ideia de que o longa havia sido rejeitado de forma ampla.

A hostilidade, porém, começou antes da estreia. Milly Alcock recebeu ataques nas redes por causa da aparência e da caracterização da heroína. Dean Cain, que interpretou Superman em “Lois & Clark”, compartilhou publicações sobre o tema. A apresentadora americana Megyn Kelly também criticou a atriz e associou o resultado do filme ao que chamou de era da “girlboss imposta”.

A nova performance no streaming não muda a bilheteria nem recupera o dinheiro perdido nos cinemas. O desempenho indica, no entanto, que uma parcela do público preferiu esperar pela HBO Max e passou a avaliar o filme depois de assisti-lo.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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