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Bruno Fagundes afirma que desabafo sobre escalações não foi dirigido a Juliano Floss
Foto: Fabio Audi/Divulgação
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Bruno Fagundes afirma que desabafo sobre escalações não foi dirigido a Juliano Floss

Ator contou que conversou com Juliano Floss após a repercussão da crítica sobre influenciadores em novelas.

Bruno Fagundes afirmou que conversou com Juliano Floss depois que um desabafo sobre critérios de escalação repercutiu nas redes sociais. O ator, de 37 anos, explicou que não pretendia fazer uma crítica pessoal ao influenciador, de 22 anos, escolhido para um papel de destaque em Paraíso Perdido, nova novela do Globoplay prevista para 2027.

A conversa entre os dois aconteceu após a repercussão da publicação. Bruno disse que sua reflexão era sobre a presença de influenciadores em produções audiovisuais e sobre uma prática que, na visão dele, ocorre no mercado em diferentes países. “Não foi ataque a ninguém”, declarou.

O ator também falou sobre a própria trajetória e afirmou que, apesar de ser filho de Antonio Fagundes, escolheu construir sua carreira por meio dos estudos e da dedicação ao ofício. Para Bruno, buscar atalhos poderia prejudicar sua relação com a profissão. Ele disse ainda ter orgulho do caminho percorrido.

Entre os trabalhos citados por Bruno estão a peça A Herança, protagonizada e produzida por ele, e a série 3%, da Netflix. A produção brasileira teve impacto na carreira do ator, que contou ter sido reconhecido nas ruas de Los Angeles e Paris.

Bruno também afirmou que pensa diariamente em ampliar sua atuação no exterior. Para ele, a expansão do streaming abriu novas possibilidades para o mercado audiovisual, que antes tinha poucas emissoras concentrando oportunidades de trabalho e produção.

Sobre 3%, o ator destacou que a série mudou sua vida e mencionou o alcance internacional da produção, que chegou ao quinto lugar entre as séries mais vistas no mundo de língua não inglesa. “Tenho muito orgulho”, afirmou.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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