Carla Silva recusou o convite para ser rainha de bateria de uma escola do Grupo de Acesso de São Paulo no Carnaval 2027. Musa da Barroca Zona Sul, ela explicou que prefere construir sua relação com o samba antes de assumir um posto considerado por ela de grande responsabilidade.
A artista estreou na avenida neste ano, como destaque de chão da Colorado do Brás, e terá 2027 como seu segundo ano no Carnaval. Para Carla, ainda é cedo para ocupar a posição de rainha, já que ela quer entender melhor a rotina e a história de uma escola de samba.
“Não quero atalho. Rainha de bateria não é só estar bonita na frente, é história com a escola, é entender o samba de verdade”, afirmou.
Uma nova relação com o Carnaval
Carla contou que o convite para ser rainha veio antes da proposta da Barroca Zona Sul para que ela fosse musa. Mesmo agradecida, decidiu não aceitar e seguir um caminho que considera mais natural.
Ela também avaliou que viveu seu primeiro Carnaval de forma superficial. Apesar de ter realizado um sonho antigo, a artista disse que só se aproximou mais da escola na reta final, antes do desfile. A experiência, porém, despertou o desejo de mergulhar mais profundamente nesse universo.
Na Barroca Zona Sul, Carla terá Juju Salimeni, uma de suas referências, como rainha de bateria. Para o novo ciclo, ela pretende participar dos ensaios e aprender samba no pé com calma.
“Não é só fama, não é só status. É respeito com a escola também, com quem faz aquilo acontecer o ano inteiro”, declarou. A musa também afirmou que não quer ocupar o lugar de ninguém e vê o posto de rainha como um sonho, mas sem atropelar etapas.







