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Jota Quest apresenta obra de Tim Maia no Rock in Rio sem uso de inteligência artificial
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Jota Quest apresenta obra de Tim Maia no Rock in Rio sem uso de inteligência artificial

Banda leva arquivos audiovisuais do cantor ao festival, em uma homenagem ligada ao sonho que ele não realizou de cantar no evento.

O Jota Quest vai levar arquivos audiovisuais de Tim Maia ao Palco Sunset do Rock in Rio neste domingo (6). A apresentação marca a participação póstuma do cantor no festival e não terá recriação de imagem ou voz por inteligência artificial, conforme explicou Carmelo Maia, filho do artista.

Tim Maia tinha o desejo de ser convidado para cantar no Rock in Rio, mas morreu sem realizar esse plano. “Era o sonho dele ser convidado para cantar no Rock in Rio”, afirmou Carmelo. Segundo ele, o material original deixado pelo pai permitiu construir a homenagem com respeito à obra do cantor.

A participação acontece depois do lançamento do álbum Jota Quest & Tim Maia — Dance Enquanto Há Tempo, projeto criado para celebrar os 30 anos de carreira da banda. O grupo mineiro também apresentará no festival a música Dance Enquanto É Tempo, primeira canção de Tim Maia gravada pelo Jota Quest e que abriu os shows da primeira turnê.

A relação entre os artistas influenciou até o nome da banda. Na época, os músicos se apresentavam como J Quest e buscavam autorização para gravar a música de 1976. Rogério Flausino, vocalista do grupo, ligou para o número pessoal de Tim Maia. Durante a conversa, o cantor sugeriu que a banda adotasse Jota Quest, nome que acabou sendo incorporado pelos músicos.

Flausino contou que o grupo teve contato com Tim Maia nos últimos dois anos de vida do cantor. Márcio Buzelin, tecladista da banda, também relembrou um episódio em que Tim interrompeu a apresentação de Não Quero Dinheiro, de 1971, para pedir que os jovens músicos permanecessem perto do palco.

Carmelo afirmou que o Jota Quest tem representatividade para interpretar as canções do pai no festival. O filho de Tim Maia também explicou que as vozes e gravações originais foram usadas no trabalho, com materiais da Editora Seroma e da Vitória Régia [Discos], além de conteúdos cedidos por outras gravadoras. “Não tem nada de tecnologia de Inteligência Artificial, não existiu”, declarou.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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