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Marvvila transforma clássicos do pop e do pagode em show no Rock in Rio
Foto: Fabrício Pioyani/AgNews
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Marvvila transforma clássicos do pop e do pagode em show no Rock in Rio

Cantora apresenta repertório criado para o festival, com homenagens a Péricles, Alcione e Anitta, além de convidadas do samba e do pagode.

Marvvila vai apresentar um repertório criado especialmente para o Rock in Rio 2026 neste domingo (13), às 15h. A cantora, de 27 anos, sobe ao Palco Favela da Cidade do Rock com versões em pagode de músicas ligadas a diferentes fases de sua formação musical.

A apresentação também marca o retorno da artista ao festival quatro anos depois. Entre as escolhas estão canções de KLB, Rouge, Vanessa da Mata e Anitta, além de Killing Me Softly, música que Marvvila cantou no The Voice Brasil.

Homenagens a Péricles e Alcione

Um dos blocos do show será dedicado a Péricles. Marvvila vai cantar Nosso Amor Quer Paz, parceria entre os dois e uma das músicas mais tocadas de sua carreira, além de A Carta, faixa que ela diz admirar há muito tempo.

A cantora também preparou uma homenagem a Alcione com A Loba. A música será apresentada ao lado de Ayla, Manda Lym e Amanda Amado, convidadas especiais da apresentação e representantes de uma nova geração do samba e do pagode. O quarteto vai dividir o palco para cantar a faixa eternizada por Alcione.

O repertório ainda reúne A Dor Desse Amor, do KLB, e Um Anjo Veio Me Falar, do Rouge. A segunda terá a participação de Aline Wirley, ex-integrante do grupo.

Referências que chegam ao pagode

Outro momento do show vai conectar a trajetória de Marvvila a Anitta. A cantora preparou Deus Existe e Ritmo Perfeito, enquanto Killing Me Softly fará referência ao início de sua caminhada musical no The Voice Brasil.

Marvvila afirma que sempre ouviu estilos variados e decidiu levar essas influências para o universo do pagode. Para ela, o formato permite reunir públicos e gerações diferentes em uma mesma apresentação.

A artista também relaciona a escolha das músicas de Anitta à própria experiência profissional. Ela considera a cantora uma referência por ter aberto caminhos para a música brasileira e por representar a quebra de barreiras para uma nova geração.

Palco compartilhado

Além das convidadas, Marvvila destaca a importância de cantar músicas associadas a mulheres que ajudaram a construir a história do samba e do pagode. Entre as referências citadas por ela estão Alcione, Beth Carvalho, Dona Ivone Lara, Leci Brandão, Jovelina Perla Negra e Mart’nália.

A cantora conta que já teve a oportunidade de cantar com Alcione, mas ainda sonha em gravar uma música com a artista. No Rock in Rio, a apresentação de Loba ao lado de Ayla, Manda Lym e Amanda Amado será uma forma de celebrar esse legado e a chegada de novas vozes ao gênero.

Marvvila também diz que estuda inglês e deseja estar preparada para levar o pagode a outros continentes. Para ela, Killing Me Softly representa a lembrança de quando começava a carreira e sonhava em viver de música.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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