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Miley Cyrus explica como Dolly Parton influenciou sua identidade artística
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Miley Cyrus explica como Dolly Parton influenciou sua identidade artística

Em podcast, cantora falou sobre a relação com a madrinha artística, a persona de Hannah Montana e um conselho para os palcos.

Miley Cyrus contou como Dolly Parton a ajudou a conciliar sua imagem pública com quem é fora dos holofotes. A cantora participou, nesta quinta-feira (17), do podcast de Zane Lowe para falar sobre o álbum “Bass Persuades” e também recordou a influência da madrinha artística em sua trajetória.

Parton faleceu aos 80 anos no dia 25 de agosto. Ao lembrar da perda, Miley disse que a última conversa entre as duas aconteceu enquanto ela apresentava o novo disco. “Vou tentar não chorar. Estou apenas tentando me manter firme”, afirmou.

A artista explicou que a diferença entre elas era parte importante da conexão que construíram. Para Miley, Dolly tinha uma imagem marcada por cabelo, maquiagem e espetáculo, mas também transmitia uma autenticidade que aproximava as pessoas.

Entre Hannah Montana e Miley Cyrus

Miley associou essa relação ao período em que viveu uma espécie de vida dupla como Hannah Montana e Miley Cyrus. Segundo ela, a experiência mostrou que uma pessoa pode manter uma persona sem deixar de ser quem realmente é. A cantora afirmou que compreendeu isso porque tinha Dolly como referência.

A própria Parton também cultivou uma aparência pública marcante, com cabelos volumosos, maquiagem elaborada, roupas chamativas e uma estética extravagante. Ao mesmo tempo, fazia questão de destacar que era diferente em sua vida real. Essa separação entre a personagem pública e a pessoa longe dos holofotes foi uma característica com a qual Miley se identificou.

A cantora disse que, às vezes, chama sua própria forma de se apresentar de drag, por considerar que ela é muito diferente da pessoa que alimenta a tartaruga todas as manhãs. Para Miley, essas duas versões ainda fazem parte dela.

O conselho para as apresentações

Miley também lembrou de uma conversa sobre seu hábito de chorar durante os shows. Dolly teria perguntado por que ela chorava ao cantar uma música sobre o fim do mundo e sobre nunca mais ver a mãe. Como conselho, recomendou que a afilhada fosse profissional e entendesse a música como uma forma de escapismo.

A cantora respondeu que sabia disso, mas que aquela era a maneira como se expressava. No fim, Miley afirmou que Dolly a amava justamente por essa característica.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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