O empresário Danny Nozell pediu à Justiça uma medida protetiva contra Bryan Seaver, sobrinho de Dolly Parton, em meio a uma disputa envolvendo o patrimônio e os negócios da cantora após a morte dela. No requerimento, Nozell afirma que recebeu ameaças e pressões relacionadas a exigências financeiras.
Nozell também relata que demitiu Bryan por causa do comportamento atribuído a ele. Conforme o documento, depois do desligamento, Seaver teria iniciado uma sequência de ameaças, intimidações e tentativas de coerção semanas antes da morte de Dolly.
Entre as mensagens anexadas ao processo, uma delas é atribuída a Bryan: “É melhor o dinheiro dela ser maior do que eu consigo ganhar em outro lugar ou eu vou f*der com todo mundo. Estou prestes a me tornar a mão da retribuição por toda a minha família”. Em outra conversa, ele teria dito que criaria um podcast para atacar as parcerias comerciais da cantora e expor supostas violações cometidas por essas empresas.
Restrições solicitadas
O pedido apresentado por Nozell busca impedir que Bryan interfira nos negócios de Dolly ou entre em contato com os parceiros comerciais da artista. O empresário também quer que Seaver fique a pelo menos 300 metros dos escritórios ligados à cantora.
Bryan havia trabalhado durante anos como chefe de segurança de Dolly e foi afastado das propriedades dela. Ele nega as acusações descritas na petição e afirma que as mensagens foram tiradas de contexto. Em nota, declarou: “Sou um soldado e contratado militar de carreira e, de fato, faço negócios de armas para governos estrangeiros. Sou um profissional de segurança e sou um assassino”.
Seaver disse que mantinha conversas agressivas e privadas com Nozell, a quem considerava seu amigo, enquanto os dois enfrentavam o luto. Sobre a declaração de que pretendia prejudicar todas as entidades, afirmou que se referia a parceiros comerciais específicos que, segundo ele, teriam feito coisas erradas com Dolly. Bryan disse ainda que mantém o que falou sobre essas empresas.







