SÃO PAULO — A nova turnê do aespa apresenta mudanças na formação dos shows, com solos e units que, segundo Ningning, revelam diferentes facetas do grupo e de suas integrantes. A passagem pelo Brasil aconteceu na semana passada, durante uma apresentação da “SYNK: COMPLAEXITY” em São Paulo, embaixo de chuva.
O Brasil foi um dos primeiros países a receber a turnê. Antes de chegar a São Paulo, o aespa havia realizado dois shows na Coreia do Sul e um em Taiwan. Depois da etapa brasileira, o roteiro segue pela América do Sul, América do Norte e Europa até o ano que vem.
Ningning afirmou que o espetáculo foi construído para acompanhar a história do segundo álbum completo do grupo, “LEMONADE”. “Acho que essa turnê mostra mais lados de nós, tanto como aespa quanto como indivíduos”, disse. Ela também destacou o trabalho dedicado para que o show tivesse uma progressão natural.
Planos de colaboração
Durante a passagem pelo país, Giselle falou sobre a possibilidade de trabalhar com nomes da música brasileira. O aespa já incorporou batidas de funk em seu trabalho e lançou um remix produzido pela dupla brasileira Tropkillaz.
“Há tantos artistas brasileiros com estilos e energias tão únicos”, afirmou Giselle. A integrante disse que gostaria de colaborar com artistas de diferentes estilos e que a mistura com a sonoridade do aespa poderia revelar um lado novo do grupo.
O aespa também avaliou a conexão com o público brasileiro na nova visita. O grupo já havia feito um show no país três anos antes. Para Winter, a experiência mais recente permitiu que as integrantes prestassem mais atenção à reação dos fãs e aproveitassem o momento com eles.
Karina lembrou especialmente dos fãs cantando durante “Welcome to My World” e “YEPPI YEPPI”. Segundo ela, a energia do público brasileiro continuou marcante mesmo três anos depois da primeira apresentação.







