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Angra mantém portas abertas para ex-integrantes e prepara shows comemorativos
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Angra mantém portas abertas para ex-integrantes e prepara shows comemorativos

Felipe Andreoli e Marcelo Barbosa comentaram a nova fase da banda, a chegada de Alírio Netto e os planos para o futuro.

A possibilidade de novas participações de ex-integrantes do Angra continua aberta, segundo Felipe Andreoli. Após a reunião com Edu Falaschi, Aquiles Priester e Kiko Loureiro no Bangers Open Air, o baixista afirmou que a experiência deixou vontade de repetir a parceria. Edu e Kiko também participarão de um festival do grupo no Japão, marcado para 25 de outubro. Aquiles não estará nessa data.

Felipe disse ainda que a banda não descarta um álbum com músicos de outras formações, desde que a ideia faça sentido artisticamente e pessoalmente. No entanto, o Angra não trabalha atualmente em um novo disco. Marcelo Barbosa destacou que um projeto desse tipo exigiria alinhamento entre todos os envolvidos, da composição às gravações e à turnê.

Celebração de Holy Land

Enquanto o futuro dos ex-integrantes permanece em aberto, o Angra segue na estrada com uma turnê pelos 30 anos de Holy Land (1996). Em São Paulo, a programação terá dois shows no Tokio Marine Hall. Na sexta, 2, a banda tocará o álbum com Luís Mariutti, baixista original. No sábado, 3, Edu Falaschi se juntará ao grupo para uma apresentação dedicada aos 25 anos de Rebirth (2001).

A formação atual reúne Alírio Netto, Rafael Bittencourt, Marcelo Barbosa, Felipe Andreoli e Bruno Valverde. Os ingressos estão à venda no Ticketmaster.

Andreoli afirmou que Luís Mariutti ajudou a criar a identidade sonora de Holy Land e continua sendo uma referência para seu trabalho. Ricardo Confessori, baterista do álbum, também foi convidado, mas decidiu não participar.

A nova fase com Alírio Netto

Para Marcelo Barbosa, a turnê tem sido uma oportunidade de revisitar músicas que o Angra nunca havia apresentado ao vivo e, ao mesmo tempo, trabalhar com Alírio Netto. O guitarrista disse que conhece o vocalista há 30 anos e que não houve necessidade de adaptação à chegada dele.

Alírio assumiu os vocais após a saída de Fabio Lione, anunciada no fim de 2025. Felipe avaliou que o novo cantor está mais preparado hoje do que estava 13 anos atrás, quando já era considerado uma boa opção. Na ocasião, Fabio havia sido convidado para uma apresentação no navio 70,000 Tons of Metal e acabou permanecendo na banda.

Andreoli afirmou ter orgulho dos trabalhos realizados com Lione, especialmente de Cycles of Pain (2023), e declarou gratidão pelo período em que trabalharam juntos.

Pausa e retomada dos shows

Marcelo explicou que a banda vinha em ritmo intenso desde que ele entrou, em 2015, e que só havia parado durante a pandemia. Para ele, os seis a sete meses sem apresentações também podem ser considerados um hiato.

Felipe afirmou que a pausa tinha como objetivos o descanso e a reorganização interna. Entre as questões que precisavam ser discutidas estava a relação da banda com Fabio Lione. Segundo ele, a intenção não era usar o hiato para retirar o vocalista, mas tentar encontrar uma forma de seguir com ele.

A oportunidade de ser atração principal do Bangers Open Air, acompanhada da reunião com antigos integrantes, acelerou a retomada das atividades. Para Felipe, a experiência devolveu ao grupo a vontade de estar na estrada.

O Angra também prepara um show no Olympia, em Paris, com repertório de Holy Land. Andreoli associou a escolha de Alírio à possibilidade de realizar a apresentação, por sua capacidade de interpretar as músicas de Andre Matos. A banda não fazia um show daquele porte na Europa havia muito tempo, segundo o músico.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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