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Ruffalo mantém campanha contra união de Warner e Paramount após aprovação
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Ruffalo mantém campanha contra união de Warner e Paramount após aprovação

Ator afirmou que o acordo pode afetar a criatividade, a liberdade de expressão e empregos, mas disse que a mobilização continua.

Mark Ruffalo afirmou que a mobilização contra a união entre a Warner Bros. Discovery e a Paramount Skydance continua, mesmo após a aprovação do acordo de US$ 111 bilhões. O ator participou de uma campanha para que profissionais de Hollywood assinassem uma carta contra a operação, mas a iniciativa não impediu a fusão.

Em entrevista, Ruffalo classificou o resultado como extremamente decepcionante para as centenas de milhares de pessoas que tentaram barrar o negócio. Ele também declarou que a operação pode sufocar a criatividade, enfraquecer a liberdade de expressão e provocar perda de empregos.

Nas redes sociais, o ator ampliou a crítica e disse que a discussão não se limita à fusão. Para ele, o caso envolve uma reação contra bilionários que, segundo sua avaliação, colocam os próprios interesses acima das pessoas comuns. Ruffalo encerrou a publicação convocando o público a se juntar à mobilização.

Outros momentos da oposição

Durante as negociações, Ruffalo chegou a conversar sobre o acordo com Gavin Newsom, governador da Califórnia, na edição mais recente do Emmy, em 14 de setembro. Uma semana depois, após tratativas entre a equipe de Bonta e executivos da Paramount e da Warner Bros. Discovery, foi anunciado um acordo para encerrar o processo antitruste.

Em agosto desse ano, o ator também havia usado os stories do Instagram para criticar a compra. Na publicação, ele compartilhou um vídeo de Safra Catz, CEO da Oracle Corporation, empresa comandada por Larry Ellison, diretor de tecnologia e presidente executivo.

A fusão deve ser concluída até 8 de outubro e vai criar uma empresa com mais de US$ 80 bilhões em dívidas. Um relatório do Departamento de Oportunidades Econômicas do Condado de Los Angeles estimou que cerca de 2.495 empregos na região e outros 6 mil no mundo podem estar em risco por causa da sobreposição de funções. A Paramount afirma que avalia criar empregos, e não fazer cortes.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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