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BAD LUV lança álbum com nove faixas e parcerias com Badauí e Luccas Carlos
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Música

BAD LUV lança álbum com nove faixas e parcerias com Badauí e Luccas Carlos

“O MEDO NÃO ME PAROU” mistura post-hardcore e metal moderno em uma narrativa sobre vulnerabilidade, superação e o presente.

A BAD LUV lançou o segundo disco de estúdio da carreira, “O MEDO NÃO ME PAROU”. Com 9 faixas, o álbum combina o peso do post-hardcore e do metal moderno com melodias marcantes e letras voltadas a sentimentos reais, vulnerabilidades e conflitos do dia a dia.

A banda decidiu apresentar um álbum completo em vez de concentrar o trabalho apenas em singles ou em um EP. Para os integrantes, o formato permite construir uma narrativa mais profunda e retomar uma forma de ouvir música que perdeu espaço diante do ritmo acelerado das redes e da indústria.

Caio Weber afirma que a escolha também partiu do jeito como o grupo consome música. O vocalista avalia que um disco oferece uma experiência mais ampla e diz que a BAD LUV já considerava natural dar continuidade ao primeiro álbum com um novo trabalho completo.

Medo, ansiedade e presença

O título do disco reúne reflexões sobre conflitos pessoais, superações e o esforço para manter o projeto ativo diante das incertezas. Caio conta que precisou enfrentar a própria autossabotagem e que o medo do futuro acabou se transformando em uma valorização maior do presente.

Para Gee Rocha, as músicas refletem tensões e vulnerabilidades da vida moderna. A ideia central aparece na faixa-título, que traz o verso “Não deixo a vida me levar, sou eu quem levo ela”. A canção aborda a ansiedade e a espera por um momento ideal para agir.

“Se tiver medo, vai com medo mesmo e segue em frente”, resume Gee ao explicar o sentido do nome do álbum.

Antes do lançamento, a BAD LUV apresentou “Sonho Bom”, em abril, e depois divulgou “Sinto Sua Falta”. Segundo João Bonafé, as faixas ajudaram a preparar a chegada do disco e a apresentar a profundidade do projeto.

Encontros musicais

O álbum tem a participação de Badauí, vocalista do CPM 22, em “Dias Difíceis”. João Bonafé descreve a colaboração como uma ligação com a história do hardcore nacional e destaca a influência do CPM 22 no caminho seguido por artistas do mesmo circuito.

Já “Na Noite Passada” aproxima a banda da música urbana com a participação de Luccas Carlos. A faixa começou com elementos de rock e rap, e o cantor foi chamado para assumir a parte ligada ao rap. Para João, a troca mostra como estilos diferentes podem aprender uns com os outros.

Gee também destaca a mistura entre rock, pop, rap, música eletrônica e funk como uma forma de ampliar o contato do público com diferentes gêneros.

Mensagem e acolhimento

Além da sonoridade, a BAD LUV coloca a mensagem no centro do trabalho. João Bonafé afirma que as músicas podem ajudar quem enfrenta um momento difícil a respirar e enxergar uma situação por outro ângulo.

Gee diz que um dos objetivos do grupo é inspirar novos músicos e fãs a correrem atrás dos próprios sonhos. A banda também busca representar um espaço seguro e inclusivo na cena musical brasileira, conectando o disco às experiências de quem encontra identificação nas letras.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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