A união entre os integrantes foi o centro de um encontro do Black Pantera, que revisitou a criação da banda e os laços construídos antes da chegada aos grandes palcos. Charles Gama, vocalista e guitarrista, afirmou que a trajetória sempre foi pensada ao lado dos dois companheiros, mesmo quando chegou a considerar seguir sozinho caso o projeto não avançasse.
A formação nasceu em Uberaba, cidade onde os músicos viviam outro momento quando Charles fez os primeiros convites. O músico disse ter entendido a recusa inicial, mas continuou insistindo porque acreditava na combinação entre os três. Para ele, os amigos já demonstravam sintonia e habilidade quando tocavam juntos na noite.
O encontro que mudou a banda
A entrada dos dois músicos marcou uma virada para o Black Pantera. Charles relembrou o primeiro ensaio com a formação completa e descreveu a ocasião como um momento especial, além de agradecer pelo apoio recebido desde então.
“Eu entendo o não deles”, afirmou o vocalista ao falar sobre o começo da parceria. Ele também explicou que via nos companheiros a base necessária para o formato da banda e que sempre os considerou as pessoas certas para integrar o projeto.
Durante o encontro, um dos integrantes declarou admiração por Charles e Rodrigo. Ele contou que já acompanhava os dois desde a época do Metal Machine, banda que eles mantinham em Uberaba, e revelou que tinha o desejo de tocar com eles. A fala foi acompanhada por uma manifestação de gratidão por ter sido recebido como irmão.
Uma construção coletiva
Ao final da conversa, Charles reforçou que o resultado do Black Pantera pertence aos três integrantes. O vocalista destacou que a colaboração vai além da música e envolve uma vida compartilhada pelo grupo.
“A gente se soma, se ajuda”, disse. Na avaliação de Charles, cada músico participou da construção do conteúdo da banda, sem que a origem do projeto anulasse a contribuição dos demais. Ele resumiu a trajetória como um caminho feito pelos três juntos e encerrou o momento agradecendo aos companheiros.







