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Playlist vira cartão de visita em aplicativos de relacionamento
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Playlist vira cartão de visita em aplicativos de relacionamento

Dados do Hinge mostram que a música influencia conexões amorosas e pode ajudar a iniciar conversas entre usuários no Brasil.

No Hinge, a música aparece como uma ferramenta para revelar interesses e puxar conversa antes mesmo do encontro. O aplicativo informa que 38% das pessoas no Brasil consideram o gosto musical um fator que influencia a escolha e a conexão com alguém.

A plataforma aponta que compartilhar referências pode acontecer de várias formas: comentar o line-up de um festival, falar sobre um show, dividir fones de ouvido ou descobrir uma banda em conjunto. Artistas preferidos e estilos musicais também podem funcionar como assunto inicial entre duas pessoas.

O que muda entre os grupos

A importância da música aparece em diferentes faixas geracionais. Entre a Geração Z, 39% dizem que ela tem peso nos relacionamentos. O índice é de 37% entre os Millennials.

Também há diferença no recorte por gênero. A música influencia fortemente as decisões amorosas para 41% dos homens e 34% das mulheres. Entre homens LGBTQ+, o percentual chega a 47%.

Como levar a música para o perfil

O Hinge sugere usar fotos de festivais ou de shows marcantes para deixar o perfil mais pessoal e abrir espaço para comentários. Outra opção é aproveitar os prompts da plataforma para mencionar eventos que a pessoa gostaria de frequentar, artistas favoritos e estilos de que gosta.

As enquetes quebra-gelo podem servir para propor debates sobre música ou recomendar três artistas antes de um encontro. O perfil também permite usar áudios e Quebra-gelos de voz para indicar uma faixa, contar o que está ouvindo ou cantar um trecho.

Compatibilidade além da playlist

O gosto musical pode sinalizar afinidades, mas não funciona como uma avaliação definitiva. Pessoas que ouvem coisas parecidas podem ter estilos de vida, valores ou traços de personalidade em comum, o que ajuda na fase inicial da conexão.

A fonte também destaca que estudos encontraram maior semelhança musical entre alguns casais do que concordância em características de personalidade ou valores pessoais. No longo prazo, comunicação, estabilidade emocional e prioridades compartilhadas têm mais peso do que manter playlists idênticas.

Uma sobreposição de 20% a 30% nos gêneros ou artistas já pode criar uma ponte inicial. Ainda assim, quem considera a música central na própria vida pode usá-la como filtro no aplicativo, enquanto mantém um perfil autêntico.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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