A nova versão de Resident Evil foi ambientada na neve, em 2026, e não nos anos 1990, período associado a Resident Evil 2. A escolha faz parte da proposta do diretor e roteirista Zach Cregger, que decidiu criar uma história inédita dentro do universo dos jogos da Capcom.
A mudança também aparece na ausência de personagens conhecidos da franquia, como Leon S. Kennedy. Cregger afirmou que não pretende reproduzir protagonistas já estabelecidos nos games e preferiu desenvolver figuras novas, inseridas no mesmo universo e submetidas às regras da série.
Uma noite de horror em Raccoon City
O protagonista é Bryan, interpretado por Austin Abrams. Ele trabalha como entregador de suprimentos médicos e aceita um serviço em Raccoon City sem saber que a região foi atingida por um desastre biológico. Quando chega ao local, fica preso em uma longa noite, cercado por criaturas infectadas e tentando escapar da cidade.
O elenco ainda reúne Kali Reis, Zach Cherry e Paul Walter Hauser. A produção chega aos cinemas nesta quinta-feira (17), com uma abordagem voltada ao terror, à tensão, à exploração e à sobrevivência, em vez de priorizar grandes sequências de ação.
Cregger explicou que sua intenção é se aproximar da sensação dos primeiros jogos. “Quero me inclinar para o survival horror, e não para o survival action”, disse o cineasta.
O filme também apresenta novas características para o vírus responsável pelo desastre em Raccoon City. De acordo com o diretor, a infecção terá mecânicas inéditas, ainda ligadas às regras do universo dos games.
Há cenas pós-créditos?
Não. O novo Resident Evil não tem cenas pós-créditos. Com isso, o público pode deixar a sala assim que a sessão terminar.







