Tudo o que está em cena
Spotify separa músicas de crianças do perfil usado no Wrapped
Foto: Peter Dazeley/Getty Images
Música

Spotify separa músicas de crianças do perfil usado no Wrapped

Nova configuração mantém as faixas infantis disponíveis, mas impede que elas influenciem recomendações e o resumo anual da conta.

Músicas infantis ouvidas no passado também podem deixar de influenciar o perfil musical do Spotify. A plataforma lançou uma configuração que exclui esse tipo de conteúdo do histórico usado nas recomendações e no Wrapped, incluindo reproduções feitas antes da ativação do recurso.

A ferramenta está disponível globalmente desde o início de setembro para contas Free e Premium. Mesmo com a opção ligada, ainda é possível procurar faixas infantis, escutá-las e incluí-las em listas de reprodução. O que muda é o efeito dessas reproduções sobre a experiência personalizada da conta.

O que fica fora do histórico musical

A categoria definida pelo Spotify inclui trilhas de filmes para a família, temas de programas infantis, músicas de personagens e marcas de entretenimento familiar. Também entram versões infantis de sucessos, canções de ninar, faixas educativas e de atividades e paródias voltadas ao público familiar.

Com isso, recursos como Descoberta da Semana, Mix Diário e o resumo anual deixam de considerar essas execuções. A proposta é que o perfil usado nas recomendações represente o gosto musical do titular, sem incorporar músicas tocadas para crianças que compartilham a mesma conta.

A empresa descreveu a novidade como “mais um passo nos esforços contínuos para dar a pais e responsáveis mais controle sobre como eles e seus filhos ouvem música”.

Outras mudanças na plataforma

O lançamento ocorre enquanto o Spotify também trabalha em recursos ligados à inteligência artificial. Em agosto, a empresa anunciou um sistema para identificar músicas geradas por essa tecnologia. Ao mesmo tempo, fechou um acordo com a Universal Music Group que permite a fãs recriarem músicas com inteligência artificial, decisão que recebeu críticas de artistas como Lorde.

Massive Attack, King Gizzard & The Lizard Wizard e Sabres of Paradise retiraram músicas da plataforma em protesto contra investimentos do ex-CEO Daniel Ek em tecnologia militar. Ek anunciou a saída da liderança em setembro de 2025 e deixou o cargo em 1º de janeiro de 2026. Ele foi substituído pelos copresidentes Alex Norström e Gustav Söderström.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.

Mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5