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Taylor Swift amplia ‘Showgirl’ com quatro faixas e novas histórias
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Música

Taylor Swift amplia ‘Showgirl’ com quatro faixas e novas histórias

‘The Life of a Showgirl: The Encore’ reúne músicas sobre romances, arrependimentos e a cidade natal de Travis Kelce.

Taylor Swift acrescentou quatro músicas a The Life of a Showgirl: “Patient Zero”, “Cleveland”, “Pink Clouding” e “Babylon”. As faixas formam The Life of a Showgirl: The Encore, lançado depois da apresentação de “Patient Zero” como novo single.

As canções foram compostas durante uma viagem comemorativa à Suécia com Max Martin e Shellback, produtores de Showgirl. A celebração aconteceu após o álbum alcançar o topo da Billboard 200 e vender 4 milhões de cópias.

Romances vistos por ângulos diferentes

Em “Cleveland”, Swift dedica uma música à cidade natal de Travis Kelce, seu marido e jogador do Kansas City Chiefs. A faixa começa com piano e evolui para uma celebração alegre. A cantora também brinca com as críticas que recebe e canta sobre o relacionamento com Kelce: “Gostar de mim é um gosto adquirido, mas é o prato favorito dele”.

A cidade às margens do Lago Erie é apresentada como um antigo centro industrial e como berço do rock and roll, do Superman, de LeBron James e do primeiro aspirador de pó portátil. Cleveland já havia aparecido em músicas de The Band e Bone Thugs-N-Harmony, mas não tinha ganhado uma canção de uma grande estrela pop como Swift.

“Patient Zero” parte de uma situação incomum: a nova namorada de um ex liga para pedir conselhos. Com bandolim e uma batida synth-pop, a música compara a decepção amorosa a uma doença. Na ponte falada, Swift critica um ex-namorado narcisista, em versos que alguns ouvintes podem associar a Joe Alwyn, com quem ela se relacionou por seis anos.

Ecos de histórias antigas

“Pink Clouding” retoma as feridas de “Getaway Car”, de 2017, faixa cercada por rumores de que falaria sobre Tom Hiddleston. A música usa sintetizadores crescentes e recorre a outro termo médico: a nuvem rosa, expressão ligada à euforia superficial vivida por alguém sóbrio após o uso de drogas.

Swift transforma essa ideia em metáfora para os sentimentos passageiros de um relacionamento de rebote e admite arrependimento pelo modo como deixou o ex. Apesar do tema, a produção de Martin e Shellback cria uma atmosfera leve, associada a um céu fúcsia.

Já “Babylon” se aproxima mais do universo de Folklore e Evermore do que da produção pop grandiosa de Showgirl. A cantora conta a história de um homem incapaz de valorizar o que tem e usa personagens fictícios, além de imagens como a maquiagem de uma estranha na gravata e uma família colocando luzes de Natal.

A faixa também foi comparada a músicas anteriores de Swift, como “I Almost Do”, “Renegade” e “Right Where You Left Me”.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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