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The Town confirma Marilyn Manson para 2027 e enfrenta críticas nas redes
Foto: Gary Miller/Getty Images
Música

The Town confirma Marilyn Manson para 2027 e enfrenta críticas nas redes

Cantor dividirá a programação com o Slipknot; festival se manifestou sobre as acusações de violência feitas contra o artista.

A confirmação de Marilyn Manson no The Town 2027 provocou críticas de usuários nas redes sociais. O cantor foi anunciado ao lado do Slipknot, que também fará parte da programação do festival no Autódromo de Interlagos, nos dias 4, 5, 6, 11 e 12 de setembro.

A organização divulgou a participação nesta sexta-feira, 28. Manson não se apresenta no Brasil desde 2016 e dividirá a mesma data do evento com o Slipknot. De acordo com o festival, o show faz parte da turnê mundial da banda, que também prevê a presença do músico em Londres, na Inglaterra, e em diferentes países da América Latina.

Nos comentários da publicação oficial e em postagens no X, antigo Twitter, e no Instagram, internautas questionaram a escolha do artista. Entre as críticas, usuários mencionaram as acusações de abuso sexual, físico e psicológico, além de tortura e controle coercitivo. Também houve referências a elementos associados ao nazismo em faixas do cantor.

O festival declarou que repudia manifestações de violência, agressão e assédio. A equipe afirmou ainda que cabe aos órgãos competentes avaliar as acusações e definir as responsabilidades de qualquer pessoa envolvida.

Acusações e situação judicial

Marilyn Manson é o nome artístico de Brian Warner. A partir de 2021, várias mulheres fizeram acusações contra o músico. A atriz Evan Rachel Wood, ex-noiva do cantor, foi a primeira a denunciá-lo publicamente e afirmou ter sofrido estupro e tortura doméstica. Depois, Esmé Bianco e Ashley Walters também acusaram Manson e moveram ações judiciais contra ele.

O artista nega as denúncias e diz que os relacionamentos foram consensuais. Em janeiro de 2025, a promotoria de Los Angeles decidiu não apresentar acusações criminais, citando falta de provas em alguns pontos e a prescrição de parte das denúncias, relacionadas a fatos ocorridos entre 2007 e 2011.

Ashley Walters conseguiu reabrir o processo neste ano com base em uma mudança na legislação da Califórnia para casos antigos de violência sexual. A ação permanece em andamento, e o julgamento está previsto para novembro de 2027.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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