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Trilha de Monstro: A História de Lizzie Borden mistura clássicos e sons contemporâneos
Foto: Divulgação/Netflix
Música

Trilha de Monstro: A História de Lizzie Borden mistura clássicos e sons contemporâneos

Produção de Ryan Murphy usa músicas de diferentes décadas para aproximar a história de Lizzie Borden do público atual.

A trilha sonora de Monstro: A História de Lizzie Borden combina músicas de diferentes décadas para acompanhar a trama ambientada no século dezenove. A produção, nova temporada da antologia de Ryan Murphy, ocupa o primeiro lugar entre as séries mais assistidas em 60 países.

A seleção inclui faixas associadas a períodos posteriores à história principal, como “Cherry Bomb”, do The Runaways, e “I’m On Fire”, na versão do Chromatics. A proposta é criar uma conexão entre os acontecimentos retratados e a percepção do público atual, sem deixar os personagens presos a uma reconstrução histórica.

Ian Brennan, cocriador da série, explica que a escolha também acompanha a estrutura narrativa, que passa por diferentes momentos e personagens. “Como já estávamos atravessando diferentes períodos, fazer o mesmo com a música e conectá-la ao presente pareceu a escolha certa”, afirma.

Músicas da trilha sonora

  • “Cherry Bomb” — The Runaways
  • “Hounds of Love” — Kate Bush
  • “mangeout” — Wet Leg
  • “Cuntology 101” — Lambrini Girls
  • “Today” — Jefferson Airplane
  • “The End” — The Doors
  • “I’m On Fire” — Chromatics
  • “Smalltown Boy” — Bronski Beat
  • “The Last Time” — Andrew Oldham Orchestra
  • “Carnival” — Natalie Merchant

A história de Lizzie Borden

A série acompanha Lizzie Borden, interpretada por Ella Beatty, após o assassinato dos pais. A narrativa também recua até Elizabeth Báthory, vivida por Vicky Krieps em flashbacks, e avança novamente até Aileen Wuornos, personagem de Sarah Paulson.

Em 1892, Lizzie Borden foi acusada de matar o pai, Andrew Borden, e a madrasta, Abby Borden, com golpes de machado dentro da casa da família, em Massachusetts. O julgamento se tornou um dos casos mais famosos da época. Lizzie foi absolvida por falta de provas, mas continuou ligada ao crime que chocou os Estados Unidos.

A produção abandona uma sequência temporal rígida para conectar essas diferentes histórias. Nesse percurso, as músicas contemporâneas funcionam como uma ponte entre o século XIX e o presente.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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