A Venere Vai Venus quer ampliar o alcance de Divino, seu álbum de estreia, com shows em diferentes cidades do Brasil. Para a banda, o disco representa uma declaração de intenções e uma nova possibilidade estética para o rock brasileiro.
O grupo avalia que o trabalho foi construído com atenção e cuidado, em um momento da indústria musical em que produções guiadas por intenção ganharam ainda mais importância. “O Divino foi um álbum que a gente fez com muito carinho, muito significado”, afirmou a banda.
A recepção do público também surpreendeu os integrantes. Vinda de São Paulo, a Venere Vai Venus encontrou, no Rio de Janeiro, fãs que acompanhavam as letras, as pausas e os gritos presentes nas músicas. Para o grupo, ver a plateia cantando cada detalhe se tornou uma das experiências mais marcantes da fase atual.
O título do disco traduz o universo que a banda buscou criar. Divino funciona como uma alegoria para sentimentos humanos levados ao limite, incluindo amor, fúria, desejo, ego, ciúmes e alucinação. A construção do projeto foi marcada, segundo o grupo, por esmero estético, atenção e verdade.
Próxima fase
Embora a banda já prepare uma mudança de direção sonora, a chamada Era do Divino continua. A Venere Vai Venus pretende levar o repertório a outros estados e transformar as apresentações em uma experiência coletiva para quem conheceu o álbum.
“A gente quer expandir isso pro Brasil, tocar em outros estados as músicas do Divino, pras pessoas que ouviram esse álbum poder cantar ao vivo com a gente também”, disse o grupo.
Para a banda, o destino do disco está no palco. A proposta é que as pessoas saiam de casa para assistir a um show de rock e cantem Divino ao vivo, em vez de limitar a experiência às plataformas digitais.







