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Zelda Williams critica vídeo de IA com imagem do pai, Robin Williams
Foto: Kevin Winter/Getty Images
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Zelda Williams critica vídeo de IA com imagem do pai, Robin Williams

A atriz e diretora afirmou que o conteúdo falso usa uma voz robótica e pediu que o pai seja deixado fora de teorias da conspiração.

Zelda Williams voltou a criticar vídeos gerados por inteligência artificial que usam a imagem e a voz de seu pai, Robin Williams. Nesta segunda, 21, a atriz e diretora comentou um suposto vídeo privado em que o ator apareceria falando sobre teorias da conspiração e afirmou que o material é falso.

A filha do vencedor do Oscar por Gênio Indomável (1997) disse que o conteúdo foi criado por IA e questionou a qualidade da reprodução da voz. “Aquele suposto ‘vídeo privado’ do meu pai falando sobre teorias da conspiração, que me mostraram, é claramente obra de IA — e uma IA nem um pouco convincente”, afirmou Zelda.

Ela também responsabilizou a pessoa que criou o vídeo e pediu que Robin Williams não seja usado para dar aparência de credibilidade a ideias de terceiros. Na publicação, Zelda criticou ainda o funcionamento da plataforma X e a presença de bots, apontados por ela como responsáveis por espalhar notícias falsas, manipular conversas em massa, gerar engajamento artificial e promover spam.

Críticas anteriores

Zelda encerrou a manifestação dizendo que continua voltando à plataforma para esclarecer informações sobre o pai porque o ama. “Só porque ele se foi, não significa que agora ele seja o seu fantoche. Tenha um pouco de vergonha na cara”, escreveu.

Robin Williams morreu em 11 de agosto de 2014, aos 63 anos, por asfixia em sua residência na Califórnia. O caso foi concluído oficialmente como suicídio. Nos últimos anos, fãs têm usado ferramentas de IA para recriar a voz e a imagem do ator, especialmente em vídeos publicados nas redes sociais.

Esta não foi a primeira vez que Zelda falou sobre o assunto. Em outubro de 2025, ela publicou uma série de mensagens nos stories do Instagram em que classificou as recriações digitais como “nojentas”, “um desperdício de tempo” e algo que “jamais representaria o que ele gostaria”. Na ocasião, também pediu que as pessoas parassem de produzir esse tipo de conteúdo com o pai, com ela e com outras pessoas.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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