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Os personagens de Toma Lá, Dá Cá que ficaram marcados pela despedida dos atores

Ítalo Rossi, Norma Bengell e Miguel Magno fizeram participações importantes no humorístico da TV Globo e morreram depois da produção.

A série Toma Lá, Dá Cá teve três atores de destaque que morreram depois de participar do humorístico: Ítalo Rossi, Norma Bengell e Miguel Magno. Exibida originalmente entre 2007 e 2009, a produção da TV Globo reuniu personagens que ficaram na memória do público.

A passagem de Norma Bengell pela série

Norma Bengell entrou para o elenco em 2008, em uma fase marcada por dificuldades financeiras e problemas de saúde. Na trama, interpretou Deise Coturno, personagem que representou sua última aparição na televisão.

Depois do fim do programa, a atriz contou com o apoio de amigos próximos, entre eles Miguel Falabella, Jô Soares e Fausto Silva. Norma enfrentava problemas severos de mobilidade e depressão quando recebeu o diagnóstico de câncer de pulmão, em 2013. Ela morreu aos 78 anos, em 9 de outubro.

Ítalo Rossi e o sucesso como Ladir

Ítalo Rossi começou na televisão nos anos 1960 e também teve papéis de destaque em novelas da Globo. Interpretou o mordomo Alfred em Senhora do Destino (2004) e o doutor Fernando Medeiros em Belíssima (2005).

Em Toma Lá, Dá Cá, Rossi passou a viver Ladir a partir da segunda temporada. O personagem aumentou a popularidade do ator e ficou associado à frase “É mara!”. Rossi morreu em 2 de agosto de 2011, aos 80 anos, após complicações respiratórias.

Miguel Magno como doutora Percy Lambert

Miguel Magno encerrou sua trajetória na televisão participando de Toma Lá, Dá Cá. Ele interpretou a doutora Percy Lambert, psicoterapeuta que analisava a família da série e também provocava os personagens.

Conhecido por interpretar papéis femininos de destaque no teatro e na televisão, Magno morreu em 16 de agosto de 2009, aos 58 anos, depois de enfrentar um câncer. O ator estava internado enquanto aguardava exames complexos.

A última participação de Miguel no humorístico foi exibida um dia após sua morte, mantendo na produção um dos registros finais de seu trabalho cômico na televisão.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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