Os cílios magnéticos funcionam com duas partes artificiais que se prendem por meio de pequenos ímãs ao redor dos fios naturais. A proposta é oferecer volume sem a aplicação de cola, além de reunir o acessório, o aplicador e um espelho na mesma embalagem.
O produto apresenta opções de acabamento que incluem visual natural, efeito gatinho e versões mais volumosas. A descrição comercial também informa que as peças podem ser retiradas com cuidado e guardadas para novo uso.
Aplicação com o acessório
Para colocar os cílios, é necessário separar as partes pelas extremidades e localizar os ímãs. Depois, o aplicador deve ser levado até perto da raiz dos fios naturais. Com uma pressão suave, as partes superior e inferior se aproximam e ficam unidas magneticamente.
O sistema mantém os fios artificiais junto aos naturais sem exigir adesivo. A retirada também deve ser feita delicadamente, especialmente porque a região dos olhos pode sofrer irritações quando o acessório é colocado ou removido de maneira inadequada.
Atenção durante o uso
A Academia Americana de Oftalmologia alerta que cílios artificiais podem irritar a pele ao redor dos olhos. Também existe o risco de o acessório encostar na córnea e causar arranhões se for aplicado de forma incorreta. Em caso de desconforto, a orientação é interromper o uso e procurar avaliação oftalmológica.
Os cuidados também se estendem a exames de ressonância magnética. Testes publicados na literatura científica encontraram forças magnéticas relevantes em diferentes modelos. Outra pesquisa registrou desprendimento e a formação de artefatos durante esse tipo de exame. Por isso, a equipe responsável pelo procedimento deve ser informada sobre o uso de cílios magnéticos.
A combinação entre aplicação sem cola, aplicador, espelho e possibilidade de reutilização torna o produto uma alternativa aos modelos tradicionais. Mesmo assim, a colocação e a retirada precisam ser feitas com atenção para manter as peças longe da superfície ocular e reduzir o risco de irritação ou lesão.







