A primavera traz novas interpretações para cortes conhecidos, com propostas que combinam movimento, praticidade e valorização da textura natural dos fios. Entre as opções estão estilos curtos, médios e longos, com maneiras simples de mudar o acabamento no dia a dia.
Cortes com movimento e volume
O French Bob aparece na altura do queixo, com possibilidade de franja curta ou desfiada e camadas internas sutis. A técnica ajuda a reduzir o peso das pontas. O corte é indicado para cabelos lisos e ondulados, especialmente em rostos ovais e triangulares. Para variar, dá para apostar no efeito molhado, no meio preso ou na risca lateral marcada. A manutenção pede retoques a cada seis ou oito semanas.
Com camadas superiores mais curtas e comprimento preservado na parte inferior, o Butterfly Cut cria uma moldura para o rosto e mantém o volume dos fios. A proposta funciona em cabelos médios a longos. Escova modeladora, semi-preso alto com ondas e coque baixo são algumas formas de finalizar o estilo.
Inspirado nos anos 70 e 80, o Shag Cut reúne camadas abundantes, topo volumoso e pontas desfiadas. O corte valoriza ondas, cachos e a textura natural. Um ativador de cachos aplicado nos fios úmidos, um rabo de cavalo despojado ou um lenço no topo ajudam a mudar a aparência.
Opções para bases marcadas e fios curtos
O Blunt Cut mantém a base encorpada, mas recebe leve texturização nas pontas internas para evitar o peso excessivo. É uma alternativa para cabelos finos que buscam aparência de maior densidade. Pode ser usado liso, em rabo de cavalo baixo ou com ondas praianas.
Já o Pixie Cut ganha uma versão desestruturada, com o topo e a franja um pouco mais longos. A franja pode ser levada para a lateral, o topo pode receber textura com pomada seca e os fios também podem ser puxados para trás com gel. O corte exige visitas ao salão a cada quatro ou cinco semanas.







