A chapinha pode deixar o cabelo liso, alinhado e com acabamento polido, mas o calor em excesso tende a retirar a umidade dos fios. Como consequência, as pontas podem ficar ressecadas, quebradiças e com frizz. Alguns cuidados ajudam a reduzir esse desgaste sem abrir mão do efeito liso.
Controle a temperatura e proteja os fios
A escolha da temperatura deve considerar o tipo de cabelo e a resistência dos fios. O calor não precisa estar no máximo para cumprir sua função: a faixa indicada varia entre 150°C e 210°C. Quanto maior a temperatura, maior pode ser o impacto sobre os fios, especialmente nas pontas.
O protetor térmico também deve fazer parte da preparação. O produto cria uma camada de proteção e ajuda a diminuir os danos provocados pelas altas temperaturas. A aplicação deve ser uniforme, com atenção ao comprimento e às pontas. Antes de usar a prancha, é importante garantir que o cabelo esteja completamente seco.
Evite repetir a prancha na mesma mecha
Passar a chapinha muitas vezes no mesmo ponto pode prejudicar o cabelo. Para evitar isso, divida os fios em mechas finas e faça movimentos contínuos e controlados, sem insistir repetidamente em uma área.
Depois da finalização, poucas gotas de óleo capilar espalhadas nas mãos podem ser aplicadas no comprimento e nas pontas. O produto ajuda a manter uma aparência mais hidratada, alinhada e brilhante. Uma pequena quantidade pode ser reaplicada ao longo do dia quando as pontas estiverem secas ou arrepiadas.
Cuidados entre uma finalização e outra
Quem usa ferramentas de calor com frequência pode incluir hidratação, nutrição e reconstrução em um cronograma capilar, conforme as necessidades do cabelo. Essas etapas ajudam a manter os fios macios, nutridos e resistentes.
À noite, a touca de cetim reduz o atrito entre o cabelo e o travesseiro, o que pode ajudar a diminuir o frizz e o aspecto arrepiado. Com os fios mais alinhados pela manhã, também pode ser menor a necessidade de passar a chapinha novamente.







