A entrada em vigor de uma medida do governo Luiz Inácio Lula da Silva contra as casas de apostas levou Dayanne Bezerra a defender a permanência do mercado legalizado. A advogada afirmou que a proibição pode deixar apostadores mais expostos a plataformas sem fiscalização e transparência.
A Medida Provisória nº 1.394/2026 foi publicada no Diário Oficial da União e passou a valer na mesma data. O texto prevê a extinção das autorizações já existentes após um período de 30 dias. Também determina que os sites e aplicativos de apostas sejam retirados do ar dez dias depois da publicação da medida, sob possibilidade de bloqueio dos serviços em caso de descumprimento.
Críticas de Dayanne
Nas redes sociais, Dayanne questionou a associação entre as bets e os problemas relacionados ao setor. “É tudo culpa das bets no Brasil?”, escreveu. Para ela, a saída das empresas autorizadas pode fazer com que os apostadores procurem plataformas ilegais, que não estariam submetidas aos mesmos mecanismos de fiscalização e transparência.
A advogada também afirmou que, nesse cenário, os jogadores ficariam sem garantias e que as plataformas irregulares poderiam movimentar mais dinheiro. Em outra publicação, comentou a própria trajetória e disse não temer as mudanças provocadas pela medida: “Tenho minhas profissões, estudei, me preparei e construí meu próprio caminho”.
Além do fim das autorizações, a MP impede novos aportes nas contas dos apostadores a partir da data de sua publicação. O texto ainda estabelece regras para a devolução dos valores que permanecerem nessas contas.
A manifestação de Dayanne ocorreu nesta sexta-feira, 25 de setembro. Ela é irmã de Deolane Bezerra, presa desde maio. Rico Melquíades também se posicionou contra a decisão: em um vídeo, afirmou que deixaria o Brasil e indicou a Europa como destino.







