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Maximira Figueiredo deixou marca na TV como Rosália de Pérola Negra
Foto: Reprodução/Internet
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Maximira Figueiredo deixou marca na TV como Rosália de Pérola Negra

Atriz e dubladora morreu aos 79 anos, em 2018, após complicações causadas por um câncer de pulmão.

Maximira Figueiredo morreu em 15 de outubro de 2018, aos 79 anos, na cidade do litoral de São Paulo. Atriz e dubladora, ela enfrentava complicações causadas por um câncer de pulmão.

O nome de Maximira ficou ligado à televisão por diferentes trabalhos, entre eles a interpretação de Rosália Pacheco Oliveira em Pérola Negra, novela exibida originalmente pelo SBT entre 1998 e 1999. A produção também voltou à programação da emissora em diversas ocasiões.

Na trama, Rosália era uma mulher fria, amargurada e manipuladora, que infernizava a vida da protagonista. O papel se tornou um dos trabalhos mais marcantes da carreira de Maximira e fez da personagem uma das vilãs memoráveis das novelas adaptadas pelo SBT.

Trabalhos na televisão

Além de Pérola Negra, Maximira passou por emissoras como TV Tupi, TV Record e TV Globo. A atriz integrou produções como Marina (1965), O Machão (1974), As Pupilas do Senhor Reitor (1970) e a segunda versão de Chiquititas (2013), em uma participação especial.

A morte da atriz provocou reação no meio artístico e entre fãs. O texto também menciona a comoção provocada pelas mortes de Glória Menezes e Laura Cardoso, apontadas como duas grandes damas da teledramaturgia brasileira.

Glória Menezes morreu aos 91 anos, em seu apartamento no Rio de Janeiro. As mortes foram divulgadas na terça-feira (18), e Lilia Cabral lamentou a perda das duas atrizes durante uma conversa com a equipe da GloboNews.

“Perder a Laura e a Glória praticamente no mesmo momento é para a gente parar e pensar que as nossas referências estão indo embora”, afirmou Lilia. Em outra declaração, a atriz disse que “fechar um ciclo é muito difícil”.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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