Uma antecipação ligada ao contrato de gestão de ingressos com a Ticketmaster pode ser usada pelo São Paulo para regularizar uma pendência com o Novorizontino e evitar um novo transfer ban. O clube tem 45 dias para resolver a situação diante da Agência Nacional de Resolução de Disputas da CBF.
A dívida é de cerca de R$ 1,1 milhão e está relacionada à compra definitiva do atacante Djhordney. O São Paulo acionou a cláusula de compra prevista no empréstimo durante a gestão de Julio Casares e assumiu o compromisso de pagar o valor em cinco parcelas. Nenhuma delas foi quitada ao longo do ano.
A proposta da Ticketmaster prevê uma antecipação de R$ 110 milhões ao Tricolor em 45 dias depois da assinatura, na forma de um empréstimo. O clube devolveria o valor à empresa em cinco anos, com juros baseados no CDI (Certificado de Depósito Interbancário) mais 1,99%. A negociação envolve uma antecipação de cerca de R$ 110 milhões a R$ 140 milhões.
Sem uma previsão concreta para o pagamento ao Novorizontino, o São Paulo pode voltar a ser impedido de registrar novos jogadores. A agência da CBF estabeleceu o prazo para que a equipe regularize o débito e evite a punição.
Mudança no ataque
O São Paulo também terá uma alteração no setor ofensivo no segundo jogo das quartas de final da Copa Sul-Americana. Suspenso pelo terceiro cartão amarelo, Calleri não estará em campo contra o Boca Juniors, no Morumbis.
Dorival Júnior avalia Gustavo Santana e André Silva para a vaga. Gustavo ganhou espaço depois de marcar seu primeiro gol como profissional contra o Red Bull Bragantino. Aos 20 anos, ele foi titular diante do adversário em agosto, quando Calleri enfrentava problemas físicos, e marcou o segundo gol da vitória por 2 a 1.
O atacante já vinha sendo observado pela comissão técnica nos treinamentos. Dorival também afirmou que o uso dos jovens faz parte da busca por alternativas dentro do próprio elenco.







