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Bruno Maffei é detido no centro do Rio em investigação sobre vendas de luxo
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Bruno Maffei é detido no centro do Rio em investigação sobre vendas de luxo

Influenciador de 39 anos é investigado por estelionato e falsidade ideológica em caso conduzido pela Polícia Civil de Goiás.

O influenciador Bruno Donato Maffei, de 39 anos, foi preso na noite desta terça-feira (22), no centro do Rio de Janeiro. Ele é investigado por estelionato e falsidade ideológica em um inquérito conduzido pela Polícia Civil de Goiás, que levou à expedição do mandado de prisão.

A captura foi realizada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, em apoio aos agentes goianos. Maffei tem mais de 400 mil seguidores e divulgava bolsas de grife e outros artigos de luxo pelas redes sociais. De acordo com as investigações, parte dos compradores não recebia os produtos adquiridos. Em outros casos, as mercadorias entregues seriam falsificadas.

O delegado Marcos Guimarães afirmou que o influenciador passou a evitar um endereço fixo depois de tomar conhecimento da possibilidade de prisão. A polícia fez diligências durante duas semanas até localizar Maffei caminhando por ruas do centro da cidade.

Investigações anteriores

A apuração indica que haveria vítimas em diferentes estados do Brasil. Os primeiros relatos sobre os supostos golpes são de 2017, quando Maffei foi processado por entregar uma bolsa falsificada a uma cliente. Em 2022, ele também foi alvo de uma operação de busca e apreensão feita pelas polícias civis do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Depois disso, novas investigações foram abertas em diferentes partes do país. O caso que resultou na prisão atual, porém, começou com um inquérito da Polícia Civil de Goiás.

Segundo Guimarães, Maffei negou as acusações após a prisão. O influenciador também teria negado usar os próprios perfis para cometer crimes e contestado a identificação de algumas pessoas como beneficiárias dos valores. O delegado declarou que a investigação reúne indícios considerados robustos e que o caso seguirá para a Justiça.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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