Tudo o que está em cena
Escândalo do INSS expõe hipocrisia de Cleitinho
Foto: Saulo Cruz/Agência Senado
Brasil

Coluna critica silêncio de Cleitinho sobre investigação contra aliado em Minas

Senador foi cobrado por não se manifestar após operação da PF que investiga Euclydes Pettersen por descontos irregulares no INSS.

Uma coluna criticou o silêncio do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) diante da investigação da Polícia Federal contra Euclydes Pettersen, deputado federal e presidente do Republicanos em Minas Gerais. A operação apura suspeitas relacionadas a descontos irregulares nos pagamentos de aposentados e pensionistas do INSS.

Pettersen é aliado de Cleitinho e apontado no texto como possível cabo eleitoral do senador em 2026. Ele é investigado por suspeita de receber mais de 14 milhões de reais por uma suposta atuação junto à Conafer, entidade citada no caso.

Críticas à atuação política

O autor da coluna relata que já elogiou e criticou Cleitinho em diferentes momentos. Os elogios, segundo ele, estavam ligados à fidelidade do senador ao eleitorado. As críticas se concentravam na forma considerada superficial de tratar o debate político e na prioridade dada à fiscalização do governo federal, atividade que o texto afirma caber a um deputado federal.

A avaliação também questiona a possibilidade de Cleitinho disputar o governo de Minas. O texto sustenta que ocupar o cargo exigiria mais do que gravar vídeos e apontar problemas em estradas, hospitais e escolas, já que o governador precisa administrar a falta de recursos, de equipe e de experiência.

Reação à operação

A operação ocorreu ontem (13/11), com um mandado de busca e apreensão emitido pelo STF contra Pettersen. Enquanto jornalistas buscavam uma manifestação de Cleitinho, o senador permaneceu em silêncio durante boa parte do dia, segundo a coluna.

A manifestação só apareceu no final da tarde, em uma nota publicada pelo portal Metrópoles. Cleitinho declarou: “Ele é preside o Republicanos em Minas (…) O princípio é o da investigação pública. Agora tem que esclarecer. Que se investigue tudo”.

O texto ressalta que Pettersen, por enquanto, é apenas investigado e tem direito ao devido processo legal, à ampla defesa e ao contraditório. Ao mesmo tempo, afirma que as acusações são graves e que os elementos apresentados pela Polícia Federal parecem fundamentados.

A coluna compara o silêncio diante do aliado à postura combativa atribuída a Cleitinho em relação a adversários políticos. O autor afirma que o senador costuma divulgar denúncias e vídeos sobre escândalos, mas não repetiu esse comportamento no caso envolvendo Pettersen. A crítica central é de seletividade e falta de coerência entre o discurso público do parlamentar e sua reação quando o investigado é um correligionário e amigo pessoal.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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