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Despedida a Lito Sousa reúne pilotos e seguidores no Museu Aeroespacial Paulista
Foto: Eduardo Martins/Brazil News
Brasil

Despedida a Lito Sousa reúne pilotos e seguidores no Museu Aeroespacial Paulista

Velório aberto acontece na Zona Norte de São Paulo, com homenagem de familiares, amigos, colegas da aviação e fãs do influenciador.

O velório de Lito Sousa reúne, nesta sexta-feira (2), pilotos, familiares, amigos e seguidores no Museu Aeroespacial Paulista (MAPA), na Zona Norte de São Paulo. O corpo está no salão “De Bagatelle ao Espaço”, área temática do espaço criado pela Força Aérea Brasileira (FAB). Sobre o caixão, há uma réplica do 14-bis, avião inventado pelo brasileiro Alberto Santos Dumont.

O público que acompanhava o canal “Aviões e Músicas”, com mais de 3 milhões de inscritos, foi direcionado a uma área aberta das 9h às 12h. O local fica na Avenida Braz Leme, 2594, em Santana. Depois desse período, uma cerimônia religiosa será realizada de forma reservada, com a presença de familiares e amigos próximos previamente incluídos em uma lista de convidados.

Entre os primeiros a chegar esteve o piloto Mauro Jucewicz, amigo de Lito e a única pessoa autorizada pelo influenciador a visitá-lo no hospital, além da esposa e das irmãs. O também piloto e youtuber Fernando de Borthole participou da despedida.

Homenagens no velório

Mila Seidl, mulher de Lito, recebeu o carinho do público e se emocionou segurando um terço. Ela usava uma camiseta branca com um desenho do marido. Ao lado do corpo foram colocadas coroas de flores enviadas pelo filho e por Mila. A Latam e o YouTube também mandaram homenagens.

Uma bandeira do Palmeiras, clube de coração de Lito, foi posicionada atrás do caixão, junto das bandeiras do Estado de São Paulo e do Brasil.

Antes de ir ao velório, Mila agradeceu o apoio recebido e pediu que os fãs não fotografassem o momento. Ela disse que a preocupação era preservar a imagem de Lito e contou que Malone, filho do casal, não participaria da cerimônia.

Morte do influenciador

Joselito Geraldo de Sousa, conhecido como Lito Sousa, morreu aos 59 anos. A morte foi comunicada na quinta-feira (1º), após menos de dois meses do diagnóstico da Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), condição neurológica rara, degenerativa e sem cura conhecida.

Antes disso, ele tratava um câncer de próstata em estágio inicial, descoberto no início deste ano. Em setembro, a família obteve autorização excepcional da Anvisa para importar a substância ALN-6457, desenvolvida pela Regeneron. Lito foi o primeiro ser humano a receber o composto para a DCJ, em uso compassivo. A substância ainda estava em fase pré-clínica e não tinha eficácia comprovada.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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