Quase todos os ex-governadores do Distrito Federal eleitos em pleitos gerais nos últimos 30 anos devem voltar às campanhas políticas em 2026. A exceção é Ibaneis Rocha (MDB), que ficou fora da disputa eleitoral após o escândalo do Banco Master.
Cristovam Buarque (PSB) está entre os nomes que retomaram os planos eleitorais. Ele deixou o Palácio do Buriti em 1998 e exerceu seu último cargo, como senador, até 2018. Sem mandato desde então, decidiu não disputar as eleições de 2022. Agora, avalia concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados.
José Roberto Arruda (PSD) também pretende voltar às urnas. Governador do Distrito Federal entre 2007 e 2010, ele perdeu o mandato por causa do escândalo de corrupção conhecido como Caixa de Pandora. A Justiça Eleitoral do DF barrou sua intenção de candidatura em 2026, mas Arruda espera reverter a decisão por meio de um recurso no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Disputa pela Câmara
Agnelo Queiroz (PT), que deixou o governo em 2014, e Rodrigo Rollemberg (PSB), seu sucessor até 2018, também disputam uma cadeira na Câmara. Maria Abadia (PSD), que assumiu o governo em 2002 após a saída de Joaquim Roriz, mira o mesmo cargo.
Paulo Octávio (PSD), vice de Arruda que chegou a assumir o governo, chegou a considerar uma candidatura, mas não lançou nome. Ele ficou sem mandato durante as investigações e foi sucedido por Rogério Rosso (MDB), que também está fora da disputa.







