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Irmã de 2 anos morre após agressão em Praia Grande; irmão continua desaparecido
Brasil

Irmã de 2 anos morre após agressão em Praia Grande; irmão continua desaparecido

Richard era atendido pelo CAPS e desapareceu depois da morte da irmã, encontrada ferida perto de um martelo.

Uma menina de 2 anos morreu após ser encontrada desacordada e machucada perto de um martelo, em um terreno onde vivia com a mãe e quatro irmãos. O irmão dela, Richard, foi apontado como autor da agressão e desapareceu. A delegada responsável pelo caso ainda procura por ele, mas não há rastros.

A família morava em um barraco de madeira coberto por uma lona azul, em uma área de difícil acesso. O caminho até o local passa por pallets espalhados sobre poças formadas pela chuva.

Richard estava sozinho com as irmãs durante uma saída da mãe. As crianças brincavam com uma mangueira quando os vizinhos ouviram gritos. A menina foi localizada já desacordada, mas as tentativas de socorro não conseguiram salvá-la.

Atendimento psicológico

Richard frequentava o Centro de Apoio Psicológico (CAPS) do bairro Vila São Jorge, em Praia Grande. A família sabia que ele tinha esquizofrenia e que a condição o deixava agressivo. A mãe chegou a pedir uma medida protetiva contra o filho, mas continuou cuidando dele.

As idas ao CAPS eram desreguladas, e ele deveria tomar uma medicação diária. Depois do crime, desapareceram as informações sobre o paradeiro dele. Há relatos de que teria fugido ou passado pelo tribunal do crime, mas a delegada afirmou que não encontrou nenhum rastro.

A mãe prestou depoimento na Delegacia de Defesa da Mulher, em Praia Grande, enquanto o agressor também era aguardado para ser ouvido. Desde então, ela enfrenta o luto, a culpa e a ausência de notícias sobre o filho.

O caso levanta dúvidas sobre o acompanhamento de pessoas em sofrimento psíquico, o acesso ao tratamento e a responsabilidade pelo cuidado quando a família vive em condições precárias. A situação também deixa uma pergunta sobre a segurança de alguém considerado perigoso quando não há acompanhamento nem paradeiro conhecido.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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