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Pedro Bial revela enfisema pulmonar ligado ao histórico de tabagismo
Foto: Marcelo Sá Barretto/Agnews
Brasil

Pedro Bial revela enfisema pulmonar ligado ao histórico de tabagismo

Jornalista contou que deixou o cigarro depois dos 50 anos e explicou como a doença afeta os pulmões.

Pedro Bial revelou ter desenvolvido um enfisema pulmonar como consequência de anos de tabagismo. O jornalista, de 68 anos, contou que abandonou o cigarro depois dos 50 anos e disse considerar a doença uma sequela do período em que manteve o hábito.

Bial afirmou que fumava muito e relatou sentir arrependimento pelo impacto do tabagismo na própria saúde. Apesar do diagnóstico, ele mantém uma rotina de exercícios. O jornalista faz musculação acompanhado por um personal trainer de duas a três vezes por semana e realiza caminhadas diárias em ritmo acelerado, com duração de cerca de meia hora. Recentemente, também começou a praticar tai chi chuan.

O que é o enfisema pulmonar

O enfisema é marcado pela destruição dos alvéolos, estruturas pequenas dos pulmões responsáveis pelas trocas gasosas entre o ar e o sangue. Conforme a doença avança, essas estruturas podem perder a capacidade de funcionar corretamente, o que prejudica a respiração.

A condição integra o grupo da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), que também inclui a bronquite crônica.

Causas, sintomas e cuidados

O tabagismo está entre as principais causas do enfisema. A exposição prolongada à fumaça do cigarro pode provocar inflamação e danos nos pulmões, levando à destruição dos alvéolos. A doença, porém, também pode estar relacionada à exposição contínua a outras substâncias irritantes e, com menos frequência, a alterações genéticas.

Os sintomas dependem do comprometimento pulmonar. Falta de ar, principalmente durante esforços, tosse persistente e cansaço estão entre os sinais mais comuns. Em alguns casos, o enfisema pode permanecer silencioso por um período, dificultando a percepção inicial das alterações respiratórias.

Parar de fumar é uma das principais medidas para pessoas com enfisema ou em risco de desenvolver a doença. A interrupção reduz o contato dos pulmões com a fumaça e pode desacelerar a progressão do problema, mas as alterações estruturais geralmente não são totalmente revertidas.

O acompanhamento médico pode incluir medicamentos, exercícios e, conforme a gravidade, programas de reabilitação pulmonar.

Texto produzido pela Redação Cena Plural com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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