Motos antigas, discos de vinil, toca-discos e outros objetos de décadas passadas dividem espaço com pratos preparados na brasa em um restaurante que funciona como uma espécie de museu coletivo. As peças foram doadas por clientes e conhecidos do proprietário e passaram a integrar a decoração da casa.
A proposta surgiu depois de eventos realizados no local. Guilherme Gabriel da Silva Cunha, um dos sócios, afirma que o público elogiava o ambiente durante os encontros. A partir disso, nasceu a ideia de criar um ponto fixo com comida afetiva, sem sofisticação exagerada e feita na brasa. Eugênio Wille e Deise dos Reis também são sócios.
Pratos do cardápio
Entre as opções estão a costela na brasa, oferecida nos cortes costela de osso e “costela pirulito”, e o cupim braseado e defumado. Depois, a carne é cozida lentamente por horas, fatiada e servida com polenta cremosa.
De acordo com Guilherme, o prato mais pedido é o purê com carne de panela. As variações mudam conforme o serviço, entre almoço e jantar.
O acervo continua crescendo com contribuições de diferentes pessoas. Recentemente, um parente de um cliente levou mais um item para a coleção, que reúne memórias de várias famílias.







